quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cidades da Região estão entre as mais desenvolvidas

Cerquilho apresentou os melhores índices da Região
Nos últimos anos, a iniciativa privada tem voltado sua atenção para os municípios da Região, que começaram a receber milhões de dólares em investimentos, gerando emprego, renda e melhorando a qualidade de vida dos cidadãos. Localização estratégica (próximo a São Paulo, o maior mercado consumidor do País), boa infraestrutura viária e mão de obra relativamente barata são alguns dos itens considerados pelas empresas na hora de escolher um lugar para instalar uma nova fábrica. Mesmo com a guerra fiscal entre o Estado de São Paulo e outras unidades da federação, os investimentos não param de chegar, fazendo com que a arrecadação e o orçamento dos municípios cresçam continuamente. Entre os investimentos que pode ser destacados estão a construção da fábrica da Toyota em Sorocaba, a instalação da Guardian em Tatuí e a ampliação da Duratex em Itapetininga, entre outros.
            Além disso, várias cidades da Região estão entre os municípios mais desenvolvidos do Brasil, segundo o Índice de Desenvolvimento Municipal elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN).
            Segundo o levantamento, dos dez municípios mais desenvolvidos do País, nove estão no Estado de São Paulo, começando pelo primeiro colocado, Barueri, que obteve uma nota de 0,9303, muito próximo da nota máxima. Primeiro colocado no estado do Mato Grosso, Lucas do Rio Verde ocupa a oitava posição no ranking nacional e é a única cidade não paulista entre as 10 primeiras. Em nossa Região, Cerquilho foi a cidade mais bem avaliada, aparecendo em 24º lugar no Estado (25ª no ranking nacional, com 0,8838 de nota. Outras cidades, como Itapetininga, Tatuí, Boituva e Porto Feliz, também estão entre os mais desenvolvidos do Brasil. Veja matéria completa na edição de janeiro da revista Hadar.

Texto: Marco Antonio

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Motos para aproveitar o verão

As motos naked são pura curtição
Projetadas para proporcionar o piloto o máximo prazer durante a condução, seja na estrada ou na cidade, as motos no estilo naked (nuas) ganham cada vez mais adeptos e o mercado é promissor no país.
            O estilo naked tem esse nome porque as motocicletas não têm carenagem e deixam quase toda a mecânica à mostra. A posição de pilotar é mais cômoda, pois o piloto não fica deitado sobre o tanque, como nas superesportivas. Na naked, ele fica mais sentado.
            Também em função deste estilo, o acabamento da parte mecânica das máquinas tem de ser impecável, além, é claro, de ser muito leve. Com isso, a moto fica mais fácil de ser conduzida em praticamente todo o terreno, embora não reste dúvida de que o asfalto é o melhor lugar para usufruir tudo o que estas super bikes podem proporcionar.
            O estilo é sucesso na Itália, onde estão alguns dos principais fabricantes, entre eles a MV Augusta, cujo modelo topo de linha, de mil cilindradas, chamada Brutale, possui 144 cavalos de potência. Para se ter uma idéia do que é ter essa potência toda em uma moto, o Golf GTI, um dos mais rápidos carros nacionais, tem 193 cavalos (com gasolina de alta octanagem), para puxar um carro com mais de mil quilos de peso. Lembrando que a moto pesa bem menos da metade do carro.
            O fato é que os brasileiros também estão se interessando pelo estilo Naked e o mercado nacional é promissor. Tão promissor que os fabricantes estão apostando no Brasil como o segundo grande mercado consumidor. Mas as montadoras japonesas, como Honda e Kawasaki, estão atentas e já oferecem motos naked em suas linhas de produtos. O preço, geralmente, é entre 25% a 30% menor do que uma superesportiva, que sem dúvida atrai consumidores. Além das japonesas, a austríaca KTM também está disponibilizando para o mercado brasileiro um modelo neste estilo.
            Mas é bom lembrar que são motos que exigem certa experiência e cautela do piloto, pois desejam muita potência no pneu traseiro rapidamente. Entretanto, o prazer de dirigir e a facilidade de se conduzir a moto em diversas situações fazem dela um sucesso e o mercado consumidor deve se manter aquecido por um tempo.

Texto: Marco Antonio
Foto: Site VRUM

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Cão é enterrado vivo pelo próprio dono


A história de Titã comoveu a todos

Titã, um filhote de vira lata de apenas quatro meses, enterrado vivo pelo próprio dono, na cidade de Novo Horizonte, em São Paulo, luta para sobreviver. A situação do animal é crítica e ele deverá passar por uma cirurgia em um dos olhos, que está machucado. Além disso, ele está com sarna e anemia, o que, segundo a veterinária Viviane Cristina da Silva, que acompanha o caso, indica que o filhote sofria maus tratos há algum tempo.
o cão foi resgatado por um vizinho, após passar 12 horas enterrado vivo no quintal de uma casa. O dono, um aposentado que morava com o irmão, não foi mais visto na cidade depois que o caso foi descoberto. Ele poderá responder pelo crime de crueldade com os animais.
Segundo o G1, portal de notícias da Globo, a história do filhote chamou a atenção de pessoas até de outros países, que querem ajudar a salvar o cãozinho. Também já apareceram vários candidatos à adotá-lo.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Entenda o que é Dislexia

Dificuldade em ler e entender um texto ou mesmo para escrever não significa que a pessoa seja menos inteligente do que a outra, mas sim que enfrenta uma dificuldade específica. Dislexia é o nome deste distúrbio que faz com que a pessoa tenha dificuldade em aprender. E se você pensa que os inteligentes estão livres dela, saiba que nomes como Albert Einstein e Thomas Edison (dois dos maiores gênios da história) eram disléxicos, assim como os atores americanos Danny Glover (da série Máquina Mortífera) e Whoppi Goldberg (a vidente do filme Ghost).

Sem fatores externos
            A psicopedagoga Olini Gioconda Dalmasio explica que a Dislexia não é causada por fatores externos. Ela enfatiza que a Dislexia não acontece de uma hora para outra. “O indivíduo nasce e convive a vida toda com isso”.  Segundo ela, com o amadurecimento, a pessoa concilia a dificuldade em aprender com as suas necessidades, mas nunca deixa de ser disléxico. “Quando uma pessoa nasce com Dislexia, é porque geralmente há alguém com este distúrbio na família”. Segundo Olini, o professor pode suspeitar que o aluno é disléxico, após observar a dificuldade que o mesmo tem para ler e escrever. A partir daí, o aluno é encaminhado para ser avaliado por um psicopedagogo. O diagnóstico é multiprofissional e o aluno deve passar também por um neurologista e uma psicóloga para que o diagnóstico seja fechado. "É um processo que envolve vários profissionais", disse Olini, acrescentando que existem testes que ajudam a identificar a pessoa com Dislexia.

130 anos de estudos
            Segundo o site WWW.dislexia.com.br a Ciência tem realizado muitas pesquisas sobre a doença nos últimos 130 anos, em uma busca para entender como pessoas inteligentes e até mesmo geniais enfrentam dificuldades “em seu caminho diferenciado do aprendizado”. Com o avanço da tecnologia e o uso da ressonância magnética funcional, muitas respostas “significativas foram obtidas nos últimos 10 anos”.
            Ainda de acordo com o site, “a complexidade do entendimento do que é Dislexia, está diretamente vinculada ao entendimento do ser humano: de quem somos; do que é Memória e Pensamento- Pensamento e Linguagem; de como aprendemos e do porquê podemos encontrar facilidades até geniais, mescladas de dificuldades até básicas em nosso processo individual de aprendizado. O maior problema para assimilarmos esta realidade está no conceito arcaico de que: "quem é bom, é bom em tudo"; isto é, a pessoa, porque é inteligente, tem que saber tudo e ser habilidosa em tudo o que faz. Posição equivocada que Howard Gardner aprofundou com excepcional maestria, em suas pesquisas e estudos registrados, especialmente, em sua obra Inteligências Múltiplas. Insight que ele transformou em pesquisa cientificamente comprovada, elevando-o à posição de um dos maiores educadores de todos os tempos”.
Em quase um século e meio de pesquisas sobre este distúrbio, a Dislexia já passou por mais de 100 nomes para designar essas dificuldades específicas de aprendizado e 40 definições, sem que nenhuma fosse aceita plenamente.
Nos últimos anos, porém, surgiram dados que apontam, por exemplo, que a Dislexia possui base neurológica “e que existe uma incidência expressiva de fator genético em suas causas, transmitido por um gene de uma pequena ramificação do cromossomo 6 que, por ser dominante, torna Dislexia altamente hereditária, o que justifica que se repita nas mesmas famílias”.
Além disso, está comprovado “que o disléxico tem mais desenvolvida área específica de seu hemisfério cerebral lateral-direito do que leitores normais. Condição que, segundo estudiosos, justificaria seus "dons" como expressão significativa desse potencial, que está relacionado à sensibilidade, artes, atletismo, mecânica, visualização em três dimensões, criatividade na solução de problemas e habilidades intuitivas”. Embora existam disléxicos ganhadores de medalha olímpica em esportes, a maioria deles apresenta imaturidade psicomotora ou conflito em sua dominância e colaboração hemisférica cerebral direita-esquerda. Graças aos avanços da Ciência, hoje muitos disléxicos não enfrentam o preconceito vivido pelas gerações passadas.

Texto: Marco Antonio

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O hormônio do amor

Objeto de interesse e de estudos de cientistas em todo o mundo, a oxitocina (ou ocitocina, como escrevem alguns) é um hormônio produzido pelo cérebro humano (mais precisamente pelo hipotálamo) e tem a função de promover as contrações musculares uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação.
            Além disso, exerce um papel importante na resposta sexual, tanto na função neuroendócrina quanto no comportamento que as pessoas têm após o sexo. Mas o papel da oxitocina é ainda mais amplo e está relacionado a um sentimento importantíssimo para o ser humano: o amor. Estudos apontam, por exemplo, que ela ajuda as pessoas a ficarem juntas por muito tempo. Também é um hormônio ligado ao que as pessoas sentem ao, por exemplo, abraçar seu parceiro de longa data ou mesmo quando a mãe ou o pai carrega o filho.

Efeito apaziguador
De acordo com um estudo da Universidade de Zurique (Suiça) caso a oxitocina seja pingada no nariz de pessoas prestes a começar uma discussão diminui a produção de cortisol, um hormônio produzido em resposta ao estresse da discussão. Vários especialistas denominam a oxitocina como o hormônio do amor. Assim como a prolactina, a concentração de oxitocina aumenta 40% depois do orgasmo.
Ela está claramente envolvida na reprodução humana e exerce um papel importante no estímulo sexual. Os níveis séricos deste hormônio foram medidos antes e depois de estimulação sexual em doze mulheres saudáveis. Os valores da oxitocina um minuto após o orgasmo foram significativamente mais altos que os valores basais.

Desejo sexual durante a amamentação.
É normal ficar excitada, ou mesmo chegar a um orgasmo durante a amamentação? É raro, mas pode ocorrer, segundo estudos Ambos fatores, amamentação e o ato sexual, dependem de níveis elevados de oxitocina, hormônio que tanto regula a produção de leite, como também deixa a mulher receptiva ao ato sexual.
Os níveis de oxitocina elevam-se durante o ato sexual e atingem o pico um pouco antes do orgasmo, o que sugere que o hormônio é uma resposta central ao prazer sexual. Portanto algumas mulheres podem experimentar esta sensação durante a amamentação, não devendo ficar preocupadas ou sentirem-se culpadas se isto acontecer. O hormônio não é essencial para a concepção, mas é necessário na regulação dos níveis hormonais relacionados ao estresse e ao ciclo menstrual. A deficiência de oxitocina favorece o estresse, a obesidade e comportamentos psicóticos, diminui as funções cognitivas e eleva o risco de câncer de mama.

Texto: Marco Antonio

domingo, 4 de dezembro de 2011

Diretora do FMI elogia o Brasil

Christine Lagarde (foto), diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), elogiou as medidas tomadas pelo Brasil nos últimos anos, o que garantiram a estabilização econômica do País e o deixaram preparado para enfrentar crises.
A afirmação foi feita ao jornalista William Waack, que entrevistou a diretora para o programa Painel, do canal Globo News. A entrevista, gravada em São Paulo, contou com uma platéia especial, composta por economistas, jornalistas, empresários e diplomatas. O programa foi transmitido na manhã deste domingo, com reprise programada para esta noite, às 20h05.
Lagarde falou das dificuldades enfrentadas pelos lideres europeus no combate à crise econômica que atinge a zona do Euro. Ela lembrou que há muitas questões a serem consideradas, mas destacou a necessidade de serem tomadas decisões mais rapidamente.
A diretora do FMI elogiou as ações do governo brasileiro, sobretudo no que diz respeito ao monitoramento da macroeconomia. Segundo ela, hoje o Brasil está melhor preparado e com mais reservas do que em 2008, quando houve a última grande crise econômica mundial.
Christine Lagarde ressaltou, entretanto, que se a crise se alastrar para fora da zona do Euro, todos os países serão afetados. "Mas com as reservas que tem, o Brasil poderá enfrentar a crise", afirmou

Texto: Marco Antonio
Foto: site canal analítico

sábado, 3 de dezembro de 2011

Itapetininga está entre as cidades com alto índice de desenvolvimento

Itapetininga está entre as mais desenvolvidas do Brasil
Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) coloca Itapetininga entre os 300 municípios mais desenvolvidos do Brasil. O trabalho, divulgado em outubro, é baseado em dados de 2009 e utiliza uma escala que varia entre 0 e 1. Com uma nota de 0,8027, a cidade ficou em 229º lugar, entre mais de 5,5 mil municípios pesquisados.
No Estado de São Paulo, Itapetininga ocupa a 137ª posição entre os 645 municípios avaliados, o que fez com que se destacasse entre as 21,6% das cidades que receberam a classificação durante a análise. Os números foram festejados pela administração municipal Para calcular essa nota foram avaliados saúde, educação, emprego e renda, com a seguinte equação: a soma da pontuação dos três setores divididos por três para se encontrar a média aritmética do município.  E educação municipal conseguiu a maior pontuação entre os temas avaliados: 0,8812. Segundo a Prefeitura local, desde 2005 a administração municipal tem realizado diversos investimentos, como a infraestrutura oferecida nas escolas municipais, na capacitação de seus professores e de todos que possuem contato com a educação. A saúde municipal também foi bem avaliada no estudo, recebendo nota 0, 8331. Para a Prefeitura este resultado é “fruto do trabalho na saúde pública com a construção de espaços direcionados à prevenção, como o SAMI (Serviço de Atendimento à Mulher Itapetiningana), o CEO (Centro de Especialidades Odontológicas) e o PAPI (Programa Ambulatorial das Pessoas Idosas), além de serviços precursores como o Núcleo da Criança, que atende a cerca de 700 crianças, o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) e o SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência)”.De acordo com o governo municipal,  estão previstas a construção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento - 24 horas) e de outras UBS (Unidades Básicas de Saúde), “atendendo assim a outros bairros do município, e mostrando o alto índice de desenvolvimento da cidade e a crescente expectativa de qualidade de vida dos itapetiniganos” Nos últimos sete anos, segundo a Prefeitura de Itapetininga, foram feitos “grandes investimentos na área da educação e do ensino profissionalizante, fatores que têm colaborado na geração de novos empregos na cidade. Empresas como a Duratex, que está investindo 500 milhões de reais no município e irá gerar cerca de 200 empregos diretos e 600 indiretos, afirmam que os investimentos na educação feitos pelo município, através dos diversos cursos técnicos, são fundamentais para a qualificação profissional e colaboraram na decisão da empresa para investir na cidade”. Diversas empresas se instalaram no município. Entre elas podemos destacar MGA Imóveis, Lojas Style, Bravis Frutas, Extra Supermercados, Magazine Luiza, Lojas Americanas (Unidades I e II), Datamétrica, Decormant Móveis, Construtora Madrid Usina de Asfalto; e mais recentemente Lojas Marisa, Habib’s, Itabox e Itacol (Grupos Resinas Brasil), entre outras. Também nesse período, o município foi contemplado com a ampliação de indústrias como MGA Indústria Moveleira, Aliaga Confecções, Ilda Monetti, 3M do Brasil e Nisshinbo do Brasil, empresas importantes para a economia do Estado e do País. A cidade ganhou ainda, o seu primeiro shopping Center: o Itapetininga Shopping. Segundo a Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento, para este ano ainda estão previstas a inauguração de outras empresas como Top Fértil Fertilizantes, Master Brinq Indústria de Brinquedos, Lua Nova Confecções, Socer Brasil (Grupos Resinas Brasil) que aumentarão ainda mais a oferta de empregos diretos formais oferecidos na cidade.Ainda segundo a Secretaria, a cada dia Itapetininga se desenvolve mais com a criação de novas vagas de empregos no comércio, marca forte da cidade e também no setor do agronegócio, no qual o município se destaca por ser o primeiro PIB (Produto Interno Bruto) Agrícola do Estado de São Paulo, demonstrando sua fortaleza na geração de empregos também no setor primário. O índice da FIRJAN é considerado uma das mais importantes análises realizadas no País e ferramenta imprescindível para se obter um retrato do desenvolvimento dos municípios brasileiros.
Texto: Marco Antonio
Foto: Mike Adas

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Somos todos bobos da corte?

O ministro Carlos Lupi
R$ 85 bilhões. Esta é a quantia que, segundo estudos, escoa todo ano pelo ralo da corrupção no Brasil. Já imaginaram quanta coisa não poderia ser feita com esse dinheiro? Claro que não resolveria todos os problemas do nosso País, mas certamente amenizaria um pouco a situação melhorando, por exemplo, o quadro crítico da saúde pública.
            O Supremo Tribunal Federal está discutindo novamente a Lei da Ficha Limpa. Há indícios de que as punições contra os políticos corruptos sejam endurecidas. Mas só indícios não bastam! É preciso realmente que se endureçam as medidas contra os criminosos de colarinho branco que roubam milhões da Saúde, da Educação e da Segurança do povo brasileiro. Não basta discutir e elaborar penas mais severas e a coisa não andar, não progredir, não sair do papel; ou quando sair, deixar brechas para este ou aquele possam escapar. Afinal, não somos todos iguais perante a lei? Ou seremos todos, ou quase todos, bobos da corte diante da impunidade, do mau-caratismo, da safadeza explícita?
            Parece-me claro que as medidas tomadas agora surtirão feito daqui há alguns anos. As novas gerações deverão crescer sob leis mais rígidas, conscientes de seus direitos e, principalmente, de seus deveres. A educação é fundamental neste processo. Formar cidadãos honestos e respeitadores de seus direitos e deveres é responsabilidade da sociedade e do Estado. Por isso, cada centavo desviado da educação é um crime sim, que compromete o próprio futuro do nosso Brasil.
            O brasileiro não pode ficar apático com essa situação. Devemos mostrar nossa indignação da melhor forma: votando consciente. Ainda que pareça um jargão ultrapassado, o voto ainda é a melhor ferramenta de mudanças em uma sociedade democrática. Por isso, é lamentável que muitos eleitores joguem o voto fora, ao votar em determinado candidato, como forma de protesto. E por falar em protesto, esta também é uma ótima ferramenta de mudanças, mas precisa ser feito de maneira séria, com foco. Basta ver os protestos no mundo árabe, que derrubaram alguns dos mais antigos ditadores do mundo, como Muamar Gaddafi.
            A cada dia surgem novas denúncias de corrupção, desvio de dinheiro público, negociatas e favorecimentos. Parece que o Brasil está sendo passado a limpo. E este trabalho certamente expõe as mazelas do nosso País. Mas o brasileiro parece indiferente. As manifestações têm acontecido, mas em escala menor, se comparadas aos comícios pelas eleições diretas para presidente da República, em meados dos anos 80. Ou mesmo em comparação ao movimento que pediu o impeachment de Fernando Collor, há quase 20 anos.
            E os escândalos vão pipocando como nunca se viu antes. Ou pelo menos, não com tanta divulgação pela imprensa. A bola da vez agora é o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), que está por um triz.
            E não é para menos: as denúncias contra ele e alguns assessores não param de surgir. São viagens em aviões particulares, convênios com ONGs que estão sob investigação e, mais recentemente, o acúmulo de cargos públicos.
            Até o momento, o ministro parece contar com o apoio do governo e dos políticos da base aliada. Mas a presidente Dilma Roussef já deixou claro que ele terá de se explicar sobre esta história de ocupar dois cargos públicos ao mesmo tempo. A Nação acompanha atenta o desenrolar dos fatos. Tudo indica que Lupi será mais um ministro a deixar o governo.

Texto: Marco Antonio
Foto: Divulgação

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Estacionar no centro da cidade: um eterno drama

Avenida Francisco Válio já apresenta falta de vagas para estacionar
Estacionar o automóvel na área central da maioria das cidades brasileiras é um desafio sem fim. Faltam vagas, paciência e educação (de alguns motoristas) e sobram problemas. A situação é tão complicada que muita gente prefere ir a pé ao centro para fazer coisas como ir ao banco, pagar contas ou mesmo trabalhar.
Com uma frota que já supera os 60 mil veículos, a cidade de Itapetininga enfrenta já há algum tempo este drama comum às grandes metrópoles: o trânsito truncado e a dificuldade em estacionar na área central urbana.
            O problema se agrava em dias de grande movimento nas agências bancárias. Para amenizar o problema, o estacionamento particular é a opção para quem não pode e não quer perder tempo procurando uma vaga, além de oferecer segurança e comodidade para o proprietário do veículo.
            Para Guilherme Elias, proprietário de um estacionamento na rua Saldanha Marinho (centro de Itapetininga) a comodidade e o fator tempo estão entre os principais motivos que levam o motorista a escolher um estacionamento particular. “É comum em nosso trabalho que a pessoa entregue o carro na entrada do estacionamento e saia com pressa. Na volta, já mais calma, vai encontrar o veículo estacionado, manobrado na posição mais cômoda para sair. Com isso ganha tempo, que eu vejo como a maior vantagem do estacionamento”.
Ele aponta outra questão que deve ser tratada:”muitos motoristas estacionam seu carro na área central e por motivos diversos não compram seu cartão se zona azul. O mais comum é a pessoa achar que “só vai ali no banco e já volta” e quando vê o banco está lotado, encontra-se alguém com que se precisa dar uma palavrinha, ou aquele produto que se está precisando está na vitrine com um preço muito bom. Certo. Tudo bem. Mas aí o pessoal esquece que deixou o carro sem a zona azul e é bom lembrar que existe a multa por estacionamento irregular”.
Para ele, a situação do trânsito no centro da cidade só tende a piorar. “Infelizmente eu não creio que uma cidade como Itapetininga vá encontrar uma solução para o problema de vagas para estacionar. Mais de dois mil carros novos entram em circulação todo ano na cidade e não há como expandir o número de vagas. A cidade tem mais de duzentos anos, as ruas centrais são estreitas, as agências bancarias e o comércio são concentrados na área central, enfim: eu acho que a tendência é o problema só piorar”. Mesmo para quem opte pelo estacionamento particular, a recomendação é que a escolha seja por estabelecimento idôneos, que emitam um ticket com os dados do veículo. Ísto é uma segurança para o motorista, pois se algo acontecer com seu veículo, poderá provar que esteve no estacionamento em tal dia e tal horário”, finalizou Guilherme Elias.
O problema já se alastra para ruas mais distantes do chamado centro histórico. É o caso da avenida Francisco Válio. Como ainda não possui zona azul, muita gente opta por deixar o veículo na rua e caminhar até o centro. Com isso, diminui o número de vagas na avenida, que já anda com o espaço no limite, segundo comerciantes da área, que se sentem prejudicados, afirmando que muitas vezes não há vagas para seus clientes.
Outro problema grave diz respeito à segurança, pois, em busca de vagas, muitos motoristas estacionam seus veículos muito próximos às esquinas, prejudicando a visibilidade de quem quer entrar ou cruzar a avenida. “O cara quer entrar na avenida e precisa ir embicando o carro para conseguir ver se pode entrar, é um perigo”, disse um comerciante. Muitos entendem que deveriam ser criados bolsões de estacionamento de motos nas proximidades dos cruzamentos. Além de garantir as vagas para os motociclistas, não impede a visão de quem chega no cruzamento.

Tatuí
            Com uma frota que também supera os 60 mil veículos, o problema de vagas para estacionar o carro na área central da cidade é igualmente grave. Segundo motoristas locais, há casos de se esperar 45 minutos até encontrar uma vaga, se a pessoa não quiser parar em um estacionamento. Com isso, o trânsito na área central fica ainda mais complicado.

Texto e foto: Marco Antonio

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O charme dos conversíveis

Réplica do Jaguar XK, de Adilson Nicoletti
Com a chegada do verão, muita gente sente uma vontade quase irresistível de comprar um carro conversível, ou descapotável, como esses modelos são conhecidos em Portugal.
A Sensação de liberdade, proximidade maior do meio ambiente e a emoção de sentir o sol na pele ajudam a divulgar o glamour e o charme desses automóveis, ainda raros em nosso País, mesmo sendo o Brasil um País tropical e com mais de sete mil quilômetros de praias.
Apesar deste quadro não faltam tentativas por parte da indústria automobilística nacional de fazer os conversíveis caírem no gosto do brasileiro. Exemplos não faltam: o Puma, o Miúra, o Santa Matlde e mais recentemente, o Ford Escort XR-3 e o Kadett GSi, este último talvez o de maior sucesso nesse nicho de mercado e ainda hoje o sonho de consumo de muitos motoristas, embora já tenha saído de linha há tempos.
“Dentro do segmento dos conversíveis existem várias tendências de estilos”, afirma o vereador Adilson Nicoletti, apaixonado por automóveis antigos, principalmente conversíveis. Segundo ele, um conversível pode custar até três vezes o preço de um veículo normal e ainda tem um detalhe: quanto mais antigo o modelo, mais caro.
“O conversível te dá aquela sensação de liberdade, do vento no rosto, com mais segurança e conforto do que uma moto”. Outro detalhe interessante levantado por Nicoletti é que há muito mais carros conversíveis em países de clima frio ou temperado. “Na Inglaterra, por exemplo, o sujeito aproveita os poucos dias de sol que tem para sair com o conversível, ou roadster, como eles chamam. É comum ver as pessoas passeando mesmo em dias frios, usando blusa e boné, mas com a capota baixada”,
Nicoletti confirma a paixão por conversível sendo proprietário de uma réplica de um Jaguar XK 120 da década de 50, um roadster (modelo esportivo de dois lugares) construída por ele mesmo.

Clássicos nacionais
O Kadett GSi é um clássico nacional
            No começo dos nos 90, dois modelos nacionais chamavam a atenção nas ruas: o Kadett GSi e o Escort XR-3 1.8, ambos conversíveis e exclusivos, embora mais acessíveis ao consumidor do que o importados que começavam a chegar por aqui.
            Charmoso e elegante, o Kadett trouxe uma importante inovação tecnológica: a injeção eletrônica de combustível, dispensando o uso do carburador.
            O GSi conversível ganhava ainda o toque dos estilistas do estúdio italiano Bertone, para onde as chapas da estrutura do Kadett eram enviadas e recebiam os traços do renomado estúdio, para depois serem mandadas de volta ao Brasil. Um procedimento que tornava o carro ainda mais exclusivo e cobiçado.
            O Escort, por sua vez, trazia a qualidade de ter praticamente o mesmo desempenho do Kadett (181 km/h contra 183 km/h de velocidade final) com um motor um pouco menos potente (116 cv) contra 121 cv do modelo da Chevrolet. Ambos os carros, porém, se tornaram clássicos e ainda há quem vire a cabeça para ver quando um deles passa pela rua.

Texto: Marco Antonio
Fotos: Arquivo Pessoal; divulgação

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Centro melhora a qualidade de vida de deficientes visuais

Mães fazem trabalhos na entidade
Com 72 deficientes visuais cadastrados e atendendo regularmente entre 40 e 50 pessoas de diversas faixas etárias, o Centro de Pesquisa e Reabilitação Visual de Itapetininga (Ceprevi) desenvolve diversas atividades que têm como objetivo melhorar a qualidade de vida e promover a inclusão social da pessoa portadora de deficiência visual. Entre essas ações estão: pesquisas e programas de prevenção, diagnóstico e reabilitação do deficiente, além do apoio à família do mesmo.
            O Ceprevi mantém cursos de escrita e leitura em Braille, matemática para cegos (Soroban), estimulação precoce de crianças, acompanhamento psicológico, orientação e mobilidade, prática cotidiana, fisioterapia e educação física adaptada, oficina de artes, informática adaptada e apoio psicológico à família. O centro mantém convênio com prefeituras da Região, atendendo pessoas de outros municípios. Desde 2004, a entidade foi declarada de utilidade pública em Itapetininga.
            “O Ceprevi existe há cerca de sete anos e atende pessoas com deficiência visual, cegas ou baixa visão. No primeiro momento, este trabalho era para identificar e agrupar essas pessoas e depois se tornou um trabalho mais técnico”, afirmou Elaina Bonfanti Moretti, psicóloga da instituição. Segundo ela, os usuários são divididos em dois grupos: adultos e crianças. “Com as crianças, a gente faz estimulação precoce para que elas possam ser um adulto mais independente”, contou Elaina, acrescentando que, no momento, o centro atende um bebê de nove meses.
            Paralelo ao trabalho com as crianças, o Ceprevi oferece oficinas auto-sustentáveis para as mães, possibilitando que elas gerem renda própria. Entre esses trabalhos, está a produção de artesanato e, aproveitando a época do ano, a confecção de cartões de Natal. “Durante as oficinas, a gente acaba discutindo alguns processos terapêuticos em grupo, junto com as mães”. O Ceprevi também ensina as crianças a desenvolver tarefas da vida diária, visando prepará-las para uma vida mais independente.

Avaliação
            De acordo com a psicóloga, quando chega um novo beneficiário ao Ceprevi, ele é avaliado por uma equipe multidisciplinar. “Ele passa pelo coordenador, que vai avaliar o grau de deficiência e quais as condições de oficinas que ele tem”. Em seguida, a pessoa passa pela avaliação de Elaina e por uma assistente social “para ver que tipo de ajuda a gente pode dar para a família e se há uma situação de vulnerabilidade social. Depois disso, a gente traça um plano de atendimento para esse beneficiário”.
            Recentemente, o centro firmou parceria com uma clínica veterinária, instituindo uma escola de cão guia e também a terapia com animais, que tem por objetivo estimular a afetividade, a socialização e a independência das pessoas.

Parceria inédita
A veterinária Maialu durante sessão de TAA com crianças
            A parceria com a clínica Polivet-Itapetininga é inédita no município. “O CEPREVI é uma das raras escolas que apresenta um trabalho sério de zooterapia e TAA – Terapia com Apoio Animal -  voltado a afetividade, socialização e libertação de paradigmas”, afirmou o médico veterinário Ivo Canal, responsável pelo projeto, que conta também com a participação de Maialu Canal, veterinária com curso de TAA na Universidade de São Paulo. O trabalho envolve três animais, um casal de cães da raça Border Collie – Fred e Flecha -  e a gata Snow, da raça Sagrado da Birmânia.
            “Quando passamos por uma grande privação, é normal fecharmos nossa afetividade. O contato com os animais faz com que lentamente nos abramos novamente”, diz Canal. “Com as crianças, a equipe do TAA luta para formar um usuário de Cão Guia. Não é apenas o cão que tem de ser formado, mas também o usuário. É importante a criança crescer sem preconceitos, sem inibições. É difícil a um humano colocar o cão acima de seu próprio entendimento, mas, para se utilizar um cão guia, o usuário tem de confiar 100% no seu animal e em seu instinto. Se o animal apresentar a “desobediência Inteligente”, será difícil o usuário respeitar, se ele não colocar a visão do cão guia acima de seu próprio ego”, enfatizou Canal.

Texto e foto: Marco Antonio

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Censo aponta mudanças na socidade brasileira

O Censo traz um retrato do país e suas mudanças
Segundo dados preliminares do Censo 2010, divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de fecundidade brasileira é de 1,86 filho por mulher. Há 11 anos, era de 2,38 filhos por mulher. Com a taxa caindo, confirma-se a previsão de que o Brasil está envelhecendo. Logo, deixará de ser conhecido como um país de jovens. Os dados foram divulgados na quarta, dia 16.
            As mudanças na sociedade e na família não param por aí. Hoje existem cerca de 22 milhões de mulheres (38,7%) responsáveis pelos seus lares, ou seja, são chefes de família. Um grande salto para as mulheres, sem dúvida, principalmente quando se lembra que elas não podiam votar até a década de 30. Ainda de acordo com o IBGE, 61,3% dos 57 milhões de lares existentes no Brasil têm homens como chefes ou responsáveis.
            Os dados do Censo apontam também que a distribuição do total de lares (ou unidades domésticas) mostra que, em 2010, 65,3% eram formadas por responsável e cônjuge ou companheiro(a) de sexo diferente (37,5 milhões de unidades). O Censo 2010 abriu a possibilidade de registro de cônjuge ou companheiro de mesmo sexo do responsável, o que se verificou em algo em torno de 60.000 unidades domésticas no país, 0,1% do total.
Entre as unidades domésticas compostas por responsável e cônjuge, em 68,3% havia pelo menos um filho do responsável e do cônjuge (44,6% do total de unidades domésticas). Já os tipos constituídos por pelo menos um filho somente do responsável ou ao menos um filho somente do cônjuge (enteado do responsável) corresponderam, respectivamente, a 4,8% e 3,6% do total de unidades domésticas. Na distribuição das pessoas residentes, destaca-se a importância dos netos (4,7%), um contingente mais expressivo que o de outros parentes ou conviventes, revelando a existência de uma convivência inter-geracional no interior das unidades domésticas.

Texto: Marco Antonio

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pastor Belga: saiba mais sobre esta raça

Disposição para o trabalho e
afinidade com o dono são características da raça
Conhecido por sua inteligência, disposição para o trabalho e obediência ao dono, o Pastor Belga Malinois é uma raça que tem se destacado nos últimos anos, embora ainda seja desconhecida para muitos.
O Malinois é um dos quatro tipos de pastores belga que compõem a raça, formada também por: Groenendael, de pelagem longa e negra, geralmente confundido com Pastor Alemão preto, Tervuren (pelagem longa e dourada) e Laekenois, este último, raríssimo, com pelagem dourada e dura, sendo um pouco encaracolada.
A raça foi definida oficialmente no século 19, após um longo trabalho para identificar os cães pastores mais comuns na Bélgica, realizado pelo professor Adolf Reul, diretor da Escola Veterinária de Cureghem. O reconhecimento por parte das autoridades, entretanto, só ocorreu em 1920. As diferenças entre os exemplares, como tipo de pelagem e até antepassados, fazem com que algumas entidades até hoje os considerem como raças distintas.
Todos são basicamente cães pastores, mas o Groenendael e o Malinois se destacam pelo faro apurado e o forte instinto para guarda, função que desempenham muito bem. Alguns estudiosos atentam para o fato de que o Malinois tem mais ímpeto para o ataque.
Como cães pastores, todos são rústicos e fortes, adaptando-se à vida ao livre e a qualquer tipo de clima, pois seu país de origem é famoso por ter grande variedade climática. Os candidatos a proprietários de exemplares da raça devem estar cientes de que são animais que precisam se exercitar com freqüência; sua energia e vitalidade fazem com que obtenham sucesso em provas de agility, por exemplo.
Além disso, são cães extremamente afetuosos e carinhosos com o dono, necessitando estar junto da família do proprietário para desempenhar bem suas funções e se desenvolver de maneira saudável.

Afinidade com o dono
“O Pastor Belga Malinois, ou apenas Mali, é uma raça muito utilizada para diversos trabalhos na Europa e EUA. Destaca-se pela agilidade, inteligência e "conexão" com o dono. Aprendem rapidamente e executam as ordens com rapidez e satisfação, além de serem cães bastante rústicos (não requerem cuidados especiais de manejo e são bastante resistentes a doenças)”, a afirmação é do veterinário paulistano Dimas Meinerz. Ele ressalta, porém, que esta não é uma raça para qualquer pessoa. “Por ser uma raça de "energia alta" não é indicada para iniciantes na cinofilia, pois pode tornar-se destrutivo caso não seja exercitado corretamente, ou ainda medroso/agressivo em situações de conflito psicológico”, observou Meinerz.

Texto e Foto: Marco Antonio

sábado, 12 de novembro de 2011

Adoção é tema de reportagem

Como proceder pata adotar um filho e o trabalho dos grupos de apoio são alguns dos itens abordados em reportagem especial publicada na edição deste mês de novembro da revista Hadar (foto).
Depoimentos de casais que adotaram e a opinião de pessoas que atuam como voluntárias também fazem parte da matéria, que ouviu integrantes dos grupos de apoio nas cidade de Tatuí e Itapetininga.
Em todo o Brasil, exitem hoje mais de 100 grupos de apoio à adoção, segundo a advogada Eunice Granato, assessora jurídica do GAADI (Grupo de Apoio à Adoção de Itapetininga).
Ela nega que o processo de adoção seja lento no país, atualmente. “O processo que demanda maior tempo é o de destituição do poder familiar, isto é, o de perda dos direitos dos genitores que não cumprem  os deveres com relação ao filho e, então, em um processo em que terão toda garantia de defesa, irão perder os direitos e a criança ficará disponível para adoção. Pais que não cumprem seus deveres, perdem os direitos. A preocupação do poder judiciário é garantir o direito da criança de ser criada em um ambiente saudável, onde possa desenvolver as suas potencialidades. Existe grande empenho para que seja criada na sua família de origem e, não sendo possível, será encaminhada para uma família substituta”. Veja matéria completa na edição impressa ou no site: http://www.revistahadar.com.br/ .

Texto: Marco Antonio

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Asteróide gigante passa perto da Terra hoje à noite

O YU55 visto de perto
Astrônomos e curiosos de todo o mundo estarão com os olhos grudados no céu na noite desta terça-feira, 8.
Um enorme asteróide, com 400 metros de largura passará a 325 mil quilômeros da Terra, uma distância menor do que do planeta à Lua, mas os cientistas garantem que não há risco de impacto. Apesar do tamanho e da distância relativamente pequena, o asteróide, chamado de  2005 YU55 não será visível a olho nu. O melhor horário para se tentar ver o corpo celeste será por volta das 21h30 desta noite na Costa Leste dos Estados Unidos, afirmam os estudiosos.
Ainda segundo os cientistas, esta é a maior aproximação de um asteróide deste tamanho em mais de 30 anos e outro fato parecido não voltará a ocorrer até 2028.
O YU55 faz parte de um grupo de mais de 1,2 mil objetos com mais de 150 metros de largura e que giram em torno do Sol. Estes corpos são considerados potencialmente perigosos pela Nasa, agência espacial americana, que mantém o grupo monitorado.

Texto: Marco Antonio
Foto: AFP

sábado, 5 de novembro de 2011

Mega sorteia R$ 5 milhões hoje

Se você jogou, boa sorte
A Mega Sena está acumulada e pode pagar R$ 5 milhões a quem acertar as seis dezenas da faixa principal de prêmios. O sorteio acontece logo mais, às 20 horas e as apostas podem ser feitas nas lotéricas até às 19 horas.
Com esse dinheiro, o ganhador pode garantir uma renda mensal de R$ 30 mil, apenas aplicando na poupança. Também pode investir em imóveis, comprando um prédio inteiro, com 20 apartamentos, ao custo de R$ 250 mil cada unidade, ou ainda comprar uma frota de 200 carros populares.

Timemania
Outra Loteria que está sem ganhador é a Timemania, concurso 260, que pode pagar um prêmio de R$ 4,1 milhões na faixa principal, também no sábado. Para apostar na Timemania, basta escolher dez números no volante: são sorteadas sete dezenas, ganha quem acertar a partir de três dezenas, além de concorrer com o Time do Coração.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Aniversário de Itapetininga tem programação para o mês todo

A partir deste sábado, dia 5, e durante todo o mês de novembro, a cidade de Itapetininga estará em festa, com uma extensa programação em comemoração os 241 anos de fundação do município. Há eventos para todos os gostos. Além do aniversário, a cidade comemora os 10 anos de implantação da Semana da Consciência Negra.
O tradicional desfile cívico na rua Virgílio de Rezende abre a festa, a partir das oito horas da manhã deste sábado. O evento deve contar com a presença de autoridades e convidados.
Ainda no sábado, a partir das 19 horas, começa uma maratona de shows na avenida Marginal do Chá, com apresentação de bandas e duplas de cantores. A entrada é um quilo de alimento não perecível. A dupla Marcos & Belutti encerra a programação da noite, apresentando-se a partir das 21 horas.
No domingo, 6, a partir das 16 horas, haverá novos shows. A dupla Luiz e Léo encerra a programação do dia.
Na segunda, 7, acontece a abertura da Semana da Consciência Negra, às 19 horas, no Teatro do Sesi (avenida Padre Brunetti, 1360, Vila Rio Branco); na terça, 8, na Praça Marechal Deodoro (Largo dos Amores), haverá apresentação do Grupo de Congada de São Benedito de Guaratinguetá e Danças Indígenas, a partir das 20 horas.
Para quem gosta de cinema, a dica é o lançamento do documentário As Mestras, na quarta, dia 9, a partir das 20 horas, também na Praça Marechal Deodoro; no dia 10, a Câmara Municipal abre espaço para o Café Afro Cultura, às 20 horas.
Na sexta, dia 11, a programação é dupla na praça, com apresentação do espetáculo Tá Limpo/Som Movimento e o Encontro Regional de Capoeira, tudo a partir das oito horas da noite.
A fé não foi deixada de lado. No sábado, 12, às 19 horas, será celebrada a Missa Afro, na Catedral de Nossa Senhora dos Prazeres. Até o final do mês, a programação inclui apresentações musiciais, teatro nos bairros, exposições de arte, oficinas culturais e até jogos amistosos. Para saber a programação completa, acesse: http://www.itapetininga.sp.gov.br/.

Texto: Marco Antonio
Foto: Divulgação


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cidade cresce, mas mantém ar de interior

Fachada da tradicional escola Peixoto Gomide
Com estimados 145 mil habitantes, a cidade de Itapetininga tem avançado positivamente em diversos indicadores sócio-demográficos. A informação é da agência local do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O município completa 241 anos no próximo dia 5 de novembro.
            Entre 1970 e 2007, a cidade mais que dobrou de tamanho, passando de 63.606 moradores para 138.450. Ainda segundo os dados do IBGE, o número de moradores na zona rural caiu de 20.374 em 1970 para 13.327 em 2010.  Outro dado interessante é que, apesar da crença de que existem mais mulheres do que homens no município, a diferença entre eles é pequena: existem 72.167 homens morando em Itapetininga e a população feminina é de 72.210, ou seja, apenas 43 mulheres a mais do que homens.
            Apesar do crescimento e desenvolvimento, a cidade manteve ares de Interior, com uma qualidade de vida que muitas cidades já perderam.
            Diz o poeta que é sempre lindo andar na cidade de São Paulo. Bem, com a devida licença, ouso dizer que também é lindo andar pelas ruas de Itapetininga. A cidade é acolhedora. Prova disso são as pessoas e empresas que se instalaram (e muitas ainda estão por vir) no município.
            Imagine que você deixou a cidade ainda jovem, buscando uma vida melhor. Os laços com a terra de seus ancestrais são fortes e depois de um tempo você resolver voltar. Desce na estação rodoviária e resolver ir a pé pelo centro, para “matar a saudade e lembrar das coisas”.
            Logo nas proximidades da rodoviária você encontra a Igreja de Nossa Senhora Aparecida. Aí você lembra que este é um povo de fé; que acredita em dias melhores e não esmorece diante dos problemas. Sim, é um povo de fibra!
Postal mostra a Virgílio em 1970
            Caminhando mais um pouco você chega à rua Virgílio de Rezende. Essa rua famosa, umas principais artérias do trânsito local e ponto de encontro da moçada, quando você era jovem.
Você desce a Virgílio e as lembranças vão brotando em sua mente: uma rodinha de amigos, a cervejinha, aquele franguinho frito empanado...Humm! É de dar água na boca e nos olhos, pois você recorda antigos amigos, companheiros de uma época quando tudo parecia mais simples. A vida não era tão complicada.
            Então, você sente uma vontade incontrolável de tomar Tuiubaína, comer um bolinho de frango (só aqui em Itapetininga tem) e tomar um café. Coisas que só as cidades interioranas ainda mantém, como aquele cheiro gostoso de café torrado, que você sentia todas as tardes.
            Mesmo com o crescimento, a cidade de quase 150 mil habitantes ainda possui muita coisa de cidade pequena, embora tenha avançado em diversos setores. A mortalidade infantil caiu e os itapetininganos estão vivendo mais.
            O acesso à informação e políticas públicas bem focadas contribuem para esta situação. Nada mal para um município que já foi considerado a entrada do chamado Ramal da Fome.

Economia
Rua Campos Salles
A economia da cidade vai bem, obrigado. Pelo menos é o que diz a análise do IBGE dos indicadores econômicos, pois a maioria das atividades ligadas ao setor industrial, comercial e prestador de serviços, apresentaram crescimento significativo, influenciado pelo crescimento interno do país, estabilidade política e com a entrada de parcela da população no mercado de consumo, hoje mais de 50%, considerada como classe média.
Com aumento dos postos de trabalho e renda, aumentam os ganhos as famílias, comprovados pelo aumento do consumo de alimentos, serviços e bens de consumo.
O crescimento do PIB (Produto Interno Bruno) com o Brasil superando a meta dos 7% ano passado, variação próxima verificada para o Município de Itapetininga, com PIB atingindo ao valor de mais de R$ 1,98 bilhão e renda per capita chegando aos R$ 13.494 Reais (último resultado apurado 2008).

Texto: Marco Antonio
Fotos: Postais Grátis, Mike Adas e Marco Antonio

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Chuva assusta Itapetininga no final de tarde

A forte chuva que caiu no final da tarde desta terça-feira em Itapetininga assustou quem estava na rua ou saía do trabalho. Fortes rajadas de vento foram sentidas em diversos pontos da cidade.
Na Vila Rosa, árvores foram sacudidas violentamente e a visbilidade no trânsito foi prejudicada.
A chuva amainou e, por volta das 20h20, o vento estava mais fraco, segundo o site Climatempo. Nesta quarta-feira, a previsão é de mais chuva, principalmente à tarde e a noite, com temperatura máxima em torno dos 27 graus e mínima de 20.

Confira os carros que farão sucesso em 2012

Ghost, modelo de entrada da Rolls-Royce: R$ 2,2 milhões
Os apaixonados por carros (segundo alguns, todo o brasileiro é apaixonado por carro) aguardam ansiosos o último trimestre do ano, quando as montadoras começam a mostrar as novidades programadas para 2012. Algumas máquinas, como o Hyundai Veloster, já podem ser vistos circulando pelas ruas.
            Com um design prá lá de moderno, o Veloster chega com motor 1.6 de 138 cavalos de potência e câmbio manual ou automático com seis velocidades e opção de troca de marchas através de borboletas no volante. Mas a novidade mesmo é o uso de três portas. Isso mesmo: três; uma do lado do motorista e duas do passageiro. A idéia é impedir que o passageiro que vai atrás desça do carro pelo lado da rua. O preço é a partir de R$ 60 mil.
            Outro que já foi flagrado nas ruas brasileiras é o Toyota Prius, o carro híbrido (com motores a combustão e eletricidade) mais vendido no mundo. O automóvel, que pode ser recarregado plugando-o na tomada elétrica, já está em sua terceira geração. Um modelo em fase de teste foi visto na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.
            Outra montadora que prepara lançamento até o final do ano é a Honda, que já está testando a nona geração do Honda Civic em estradas pelo interior do Estado. Reestilizado, o carro vem para disputar uma fatia de mercado que possui automóveis como o Chevrolet Cruze, o Renault Fluence e outros.
            E por falar em Chevrolet, o Cruze é o novo carro mundial do fabricante e chega para brigar no mesmo nicho de mercado dos sedãs médios japoneses. Com muita tecnologia e um motor 1.8 flezx de alta performance, mas que polui menos. Traz ainda o câmbio de seis velocidades.
            Mas é bom o consumidor preparar o bolso, pois alguns dos principais lançamentos e novidades são para poucos. É o caso, por exemplo, do Peugeot RCZ, cupê esportivo que os franceses estão trazendo pela bagatela de R$ 139 mil.
            Mais exclusivo ainda é o Rolls-Royce Ghost, modelo de R$ 2,2 milhões e que marca o início das operações do tradicional fabricante inglês no Brasil. O anúncio foi feito nesta segunda, 24, em São Paulo. Com motor V12 de 6,6 litros e 570 cv de potência, o Ghost é o modelo de entrada e o mais barato da Rolls-Royce. A montadora espera comercializar 15 unidades por ano, a partir de março do ano que vem.

Texto: Marco Antonio
Foto: Divulgação

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

APCD de Itapetininga completa 51 anos

Roberto Lara, presidente da APCD
A unidade regional da Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas, que abrange Itapetininga e outras 20 cidades da Região, participou de importantes ações na área de saúde pública, entre elas a iniciativa pioneira de colocar flúor na água que abastece o município e a campanha de prevenção ao câncer bucal.
            Com mais de meio século de existência, a APCD possui sede própria, onde realiza vários cursos, visando o aprimoramento profissional dos dentistas e também de seus auxiliares. A instituição conta atualmente com cerca de 200 associados. Nesta terça, 25, é comemorado o Dia do Dentista. Sócio-fundador da entidade, o presidente Roberto Lima de Lara fala um pouco sobre a história da associação.
            No final da década de 50, quando Itapetininga tinha apenas 18 dentistas, um grupo de jovens estudantes de odontologia entendeu que deveria ser criada uma entidade representativa da classe. Entre esses jovens formandos estavam Roberto Lara e seu irmão. José Geraldo, e Hely Trench
            Quando ainda era estudante, Roberto Lara se envolveu em diversas atividades, inclusive chegando a participar do centro acadêmico e também foi diretor do jornal do centro. “Nessa época, eu já vislumbrava uma entidade que representasse os dentistas”, afirma Lara.
            Assim que se formou, em 1959, ele voltou para Itapetininga. Em 1960, os jovens dentistas então começaram a visitar e conversar com seus colegas, alguns que já trabalhavam há tempos na cidade. “Visitamos e conversamos com todos, e assim, em 21 de abril de 1960, em uma sala cedida pelo Clube Recreativo Itapetiningano, fundamos a Associação Odontológica de Itapetininga”, lembra Roberto Lara. A data escolhida é significativa: 21 de abril é o dia em que o alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), líder da Inconfidência Mineira, foi executado pela Coroa Portuguesa. Tiradentes é o patrono da odontologia. Também é o dia de fundação de Brasília.
            “Por aclamação, escolhemos a primeira diretoria, liderada pelo dentista Floriano Peixoto Villaça. Na ocasião, também foi montada uma comissão, encabeçada pelo colega Amilcar Rubbo, para elaborar o estatuto da associação”, lembra Roberto Lara, acrescentando que o estatuto foi aprovado no segundo semestre de 1960. A entidade já nasceu regional, conta Lara, lembrando que o dentista Miguel Terra, de São Miguel Arcanjo, estava presente na fundação.

Mudanças
            Com a aprovação do estatuto, veio também a mudança no nome da entidade, que passou a ser Associação dos Cirurgiões Dentistas de Itapetininga. Na primeira assembléia convocada, foi também realizada a eleição da nova diretoria, a primeira a ser escolhida pelo voto dos associados, no começo de 1961. Na ocasião, a diretoria eleita foi encabeçada por José Geraldo Lima de Lara.
            Ainda em 61, os associados optaram pela filiação junto à Associação Paulista dos Cirurgiões Dentista. A decisão levou à mudança do estatuto da entidade itapetiningana, adequando ao estatuto da APCD. “É importante frisar que a APCD está completando 100 anos este ano, com muitas festividades, culminando no dia 25 de outubro, dia do dentista”, conta Roberto Lara, lembrando que nessa data foram instituídos os primeiros cursos odontológicos no Brasil, em 1884, no Rio de Janeiro e em Salvador.

Conquistas
Cerimônia de entega de certificados
            Aos poucos, a instituição foi crescendo, agregando profissionais através de palestras, treinamentos e reuniões de confraternização. Como ainda não tinha sede própria, a APCD usava as instalações do CRI, gentilmente cedidas por Eurico Ayres Martins, presidente do clube, que por isto foi homenageado pela associação. “Contamos também com o apoio do dentista itapetiningano Antonio Moucachen, que já atuava na APCD paulistana e não apenas indicou palestrantes, como ele próprio veio dar palestras”.
            Com o tempo, a APCD construiu sua sede própria, em terreno localizado no Jardim Marabá, cedido pela Prefeitura. O local conta com uma escola de aperfeiçoamento profissional, onde são realizados cursos de especialização para os profissionais e também para sua equipe. No último sábado, 22, ocorreu a cerimônia de enrega de certificados de conclusão do Curso de Auxiliar de Dentista, na Câmara do município. Quarenta alunas participaram do curso, a maioria já está empregada.
            Entre as ações de destaque organizadas pela instituição, está a Semana de Saúde Bucal, ocasião em que os profissionais realizavam palestras nas escolas, em comemoração ao Dia da Criança (12 de outubro) e ao Dia do Dentista. “Uma vez, chegamos a colocar quase 300 crianças nos salões do Clube Recreativo; depois, entramos em contato com o antigo Cine Olana e fizemos uma promoção: as crianças poderiam assistir uma comédia, bastando apresentar uma escova de dente na bilheteria para poder entrar. Fizemos isso para mostrar a importância da escovação na saúde bucal”, conta o presidente.
            Outras iniciativas da associação também foram importantes na área da saúde, como a fluoretação da água que abastece Itapetininga, um trabalho que teve início nos anos 70, antes que a Sabesp assumisse o serviço.
            Roberto Lara conta que uma pesquisa realizada pela regional da associação indicou a situação da saúde bucal das crianças e a partir daí, surgiu a idéia de se adicionar flúor na água para combater as cáries.
            “Nessa época, era o antigo SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) e nós fomos falar com o então prefeito Walter Curi e propusemos a criação de um grupo de trabalho para fazer um levantamento epidemiológico da cárie dental no município. Este trabalho também contou com a liderança do colega Amilcar Rubbo”, disse Lara. Segundo ele, Itapetininga foi a sétima cidade do Estado a colocar flúor na água.
            A pesquisa foi feita com crianças em idade escolar e procurou levantar o número dentes cariados, obturados e perdidos (índice CPOD). “O índice de cárie e de dentes perdidos era muito grande”, afirma o presidente da associação. Cerca de dois anos após a introdução do flúor na água, a APCD fez nova pesquisa e constatou uma “queda significativa” no número de cáries e dentes perdidos.
            A associação também participa ativamente da campanha de prevenção ao Câncer Bucal, em parceria com a administração municipal. Outra parceria importante é com a Funcraf (Fundação para o Estudo e Tratamento das Deformidades Crânio Faciais)  para a realização de um seminário sobre este assunto.
            Para o ano que vem, a APCD prepara novos cursos, focados na melhoria da qualidade do profissional e de seus auxiliares.

Texto e foto: Marco Antonio