sábado, 13 de abril de 2019

Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa

Comunidade católica revive a Paixão e Morte de Cristo



          Neste domingo, 14, católicos de todo o mundo iniciam as comemorações da Semana Santa, que relembra os últimos dias de vida de Jesus Cristo, desde a sua entrada na cidade de Jerusalém, até a sua crucificação na Sexta Feira Santa e ressureição no Domingo de Páscoa.
          Na comunidade São Joaquim e Sant’Ana, em Itapetininga, as comemorações começam às 10 horas deste domingo, com missa solene, procissão e benção de ramos. Na segunda-feira, 15, haverá celebração penitencial na comunidade, a partir das 19h30.
          Na quarta-feira, 17, a partir das 19 horas, aconrece a Santa Missa dos Santos Óleos, na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, na área central da cidade. Na quinta-feira, 18, a partir das 19h30, será realizada a Missa da Ceia do Senhor, com a Cerimônia do Lava pés, trasladação e adoração do Santíssimo Sacramento.
          Na Sexta Feira Santa, às 15 horas, será realizada a celebração da Paixão de Cristo; no Sábado Santo, a partir das 19h30, acontece a Procissão do Círio Pascal, com a Benção do Fogo Novo, Proclamação da Páscoa e Missa de Aleluia. As festividades na comunidade se encerram com a missa da Ressureição, às 10 horas, no domingo de Páscoa, dia 21.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Violência mata mais de 150 mil jovens em duas décadas

Número é maior do que a população de Itapetininga em 2010

Até quando mataremos nossos jovens?

Em 20 anos, mais de 155 mil jovens foram mortos por armas de fogo no país. A informação consta de levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria, divulgado no mês de março, e aponta quase 10 mil vítimas em 2017 (9.936). Em 2016, segundo a SBP, foram registrados 9.517 óbitos. Ou seja, em apenas dois anos, quase 19,5 mil pessoas jovens foram assassinadas no Brasil por armas de fogo.
          Este triste número de vidas jovens ceifadas pela violência é maior do que a população de Itapetininga registrada no último Censo do IBGE, que foi de 144.377 habitantes, no ano de 2010, e também chega próximo à população do município estimada para o ano de 2018, que é pouco mais de 162 mil pessoas.
          Ainda para efeito de comparação, o número de vítimas supera em quase 35 mil a população estimada da cidade de Tatuí, que é de pouco mais de 120 mil pessoas.
Não é à toa que, segundo o levantamento da SBP, em nosso país, a cada 60 minutos uma criança ou adolescente morre em decorrência de ferimentos por arma de fogo. Nas últimas duas décadas, mais de 155 mil jovens, com idades entre zero e 19 anos, faleceram em consequência de disparos acidentais ou intencionais, como em casos de homicídio ou suicídio.
Segundo o levantamento da entidade, que considerou os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, em 2016, foram registrados 9.517 óbitos. O número é praticamente o dobro do identificado há 20 anos (4.846 casos, em 1997), representando em números absolutos o pico dessa série histórica.
Para a presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, é imprescindível que as autoridades assegurem a paz e a integridade dos jovens e daqueles que cuidam de seu bem-estar. “O País precisa de medidas efetivas para aumentar a segurança das nossas crianças e adolescentes, e também dos profissionais que os acompanham nas escolas, nas unidades de saúde, nos centros desportivos e outras instalações do tipo”, defendeu.

Despesas
A SBP contabilizou ainda as despesas diretas do Sistema Único de Saúde (SUS) com os pacientes atendidos em virtude do contato com armas de fogo. Nos últimos 20 anos, as internações de crianças e adolescentes provocadas pelos disparos custaram mais de R$ 210 milhões aos cofres públicos.
“Os custos diretos decorrentes desses atendimentos estão atingindo níveis recordes. Obviamente, que foi um investimento para salvar vidas, o que é justificável. Porém, se esses casos tivessem sido evitados, esses recursos poderiam ter tido outro destino no SUS. O pior, no entanto, não é a conta, mas as sequelas físicas e emocionais – muitas vezes irreversíveis – que cada um destes episódios de agressão deixa na vida das crianças e dos adolescentes envolvidos, bem como em suas famílias e na comunidade”, ressaltou a presidente da SBP.
No esforço de destrinchar esse fenômeno, a SBP procurou analisar os dados oficiais em busca de outra informação relevante: a motivação dos disparos que levaram a óbitos e sequelas. Os números mostram que a principal causa de mortes por armas de fogo na faixa etária analisada está relacionada a homicídios. Isso ocorre em 94% dos registros.
Com percentuais muito inferiores aparecem as intenções indeterminadas (4%), os suicídios (2%) e os acidentes (1%). Quando se busca o motivador das internações hospitalares por ferimentos com armas de fogo, as tentativas de homicídio permanecem no topo do ranking (67%), seguidas, no entanto, do expressivo volume de acidentes (26%).
Ao confrontar os dados com a realidade nacional, o secretário do Departamento de Segurança da SBP, Danilo Blank, destaca que a série histórica registra uma sensível desaceleração no total de óbitos e internações por armas de fogo no período que se seguiu à entrada em vigor do Estatuto do Desarmamento, em 2003.
“Isso quer dizer que, se admitirmos que a redução das mortes e ferimentos se deve efetivamente ao Estatuto do Desarmamento – já que não parece ter havido outra variável em jogo – quaisquer causas sociais que tenham posteriormente determinado uma nova onda de aumento nos números de homicídios simplesmente não parecem ter afetado as mortes e traumas não intencionais, que são um problema extremamente pertinente à defesa da saúde da criança”, destacou.
O Departamento de Segurança da SBP enfatiza ainda que, de acordo com sólidas evidências da literatura especializada, a prevenção de mortes por armas de fogo se baseia principalmente na redução do acesso a essas armas nas comunidades. Um dos mais recentes trabalhos nesta linha partiu do American College of Physicians (ACP), que encoraja os médicos norte-americanos a aconselharem seus pacientes sobre o risco de ter armas de fogo em casa, particularmente quando há crianças e adolescentes presentes. “A violência por armas de fogo é uma ameaça à saúde pública nos Estados Unidos que não pode continuar”, se posiciona a entidade em documento oficial 
“Quanto mais disponíveis as armas de fogo, maior o número de mortes. Todos os esforços têm que ser empreendidos para fortalecer o Estatuto do Desarmamento no Brasil e limitar ao máximo a posse o porte de armas de fogo”, defendeu Blank.

Violência também atinge a mulher
A violência no Brasil atualmente parece ser uma chaga que atinge toda a sociedade brasileira, não se limitando apenas aos jovens. Os números da violência contra a mulher, assustam e jogam por terra a imagem de país pacato e tranquilo. O que há de errado com o nosso país? Em 2017, batemos um triste recorde, com mais de 63 mil assassinatos. São números comparáveis aos de países em guerra. Só para se ter uma ideia, na Guerra da Síria, entre 2011 e 2017, mais de 330 mil pessoas morreram, o que dá cerca de 55 mil por ano, bem menos do que foi registado no Brasil em um único ano.
          A situação é alarmante. Especialistas lembram que por trás dos números estão vidas destruídas. Há muita informação na internet sobre o tema e. embora possa haver pequenas diferenças entre os números apresentados por diversas fontes (até porque muitos casos não são denunciados), o certo é que a violência vem aumentando no país e as mulheres estão entre as principais vítimas. Até a conceituada Human Rights Watch (Observatório dos Direitos Humanos, em uma tradução livre), afirmou em relatório divulgado no começo deste ano que a violência doméstica é “uma epidemia” no Brasil. Segundo a organização, há mais de 1 milhão de casos de agressões contra as mulheres pendentes na justiça brasileira. A HRW, porém, aponta a Lei Maria da Penha como um importante instrumento no avanço do combate a esta situação de violência.

A violência em números
O 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado em agosto de 2018 mostra que em 2017 o Brasil teve 221.238 registros de violência doméstica, o que significa 606 casos por dia. São registros de lesão corporal dolosa enquadrados na Lei Maria da Penha. É a primeira vez que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública tabula esses dados. De acordo com o anuário, o país registrou 63,8 mil assassinatos em 2017, um triste recorde, como já dissemos.
Os números de violência contra a mulher devem ser ainda maiores, já que Distrito Federal, Espírito Santo, Tocantins, Mato Grosso e Roraima não informaram os dados. As piores taxas estão em Santa Catarina, com 225,9 casos a cada 100 mil habitantes, seguida por Mato Grosso do Sul (207,6) e Rondônia (204,9). O fórum também contabilizou o número de mulheres vítimas de homicídio no ano de 2017: 4.539 (aumento de 6,1% em relação a 2016). Desse total, 1.133 foram vítimas de feminicídio, ou seja, morreram simplesmente por serem mulheres.

Diálogo e respeito
          No que diz respeito ao impacto da violência em nossos jovens, a educadora Fabiana, de 43 anos, acredita que esta situação torna os jovens “mais suscetíveis aos seus efeitos (da violência) e ao mesmo tempo menos empáticos”. Para ela, professores e pais devem abordar o assunto com o alunos e filhos, “favorecendo o diálogo, promovendo a construção de relações de respeito às diferenças e afetividade”.
          Ela afirma ainda que a Educação pode ajudar o aluno a enfrentar a violência “tornando-o uma pessoa mais segura e com a capacidade de se colocar no lugar do outro, para que sempre se promova o diálogo e o debate”. A educadora observa ainda que é possível prevenir outros ataques a escolas, “mas não acredito que seja com a presença de armas ou policiais”. Para ela, a violência nas escolas “é uma questão de políticas públicas como um todo, iniciando sempre pela Educação”.
         
Referências positivas
Para a psicóloga Laís Vieira de Campos, 36 anos, “a violência é um fenômeno intrínseco a qualquer sociedade humana, ao longo de toda história. Atualmente, temos visto rápidas mudanças culturais que, por um lado ampliaram a liberdade e a permissividade, e por outro, aumentaram o controle e as relações de poder. Eu diria que nossa sociedade vem explicitando mecanismos muito perversos de funcionamento. Os jovens estão num momento de transição e precisam de referências positivas que os auxilie nas difíceis escolhas que terão pela frente. Acredito que uma família e um contexto social que seja acolhedor às angústias desses jovens, que os ouça e que também ofereça balizas seguras onde eles poderão se apoiar, terá relações mais saudáveis e menos violentas”.

Respeitando as diferenças
          Na avaliação de Laís, respeitar as diferenças é um fator importante para que o adolescente não se sinta isolado e desprezado, descarregando essa frustração contra colegas e professores. “Permitir que cada um possa se expressar, ter voz; ampliar os espaços de troca, de ouvir e ser ouvido, e as formas de corresponder, de comunicar; provocar reflexões apontando as micro violências que existem no dia-a-dia, nas relações interpessoais e institucionais; propiciar meios de valorizar cada um e os coletivos em seus aspectos positivos e produtivos, para que eles se sintam reconhecidos nesses espaços - são algumas formas de auxiliar nessa inclusão. Diria que essas são tarefas incansáveis de todos nós, em todos os espaços que precisamos conviver”, finaliza a psicóloga.

Veja matéria completa na edição deste mês da revista Hadar

quarta-feira, 20 de março de 2019

“O ser humano será responsável pela falta d’água, se nada for feito”

Consultor diz que é preciso atitudes 
sérias, mas sempre é possível salvar um rio

Sudão: país enfrenta a escassez de água potável

Para o administrador de empresas e consultor em Saneamento Ambiental José Aurélio Boranga, “o ser humano será responsável pela falta d’água no planeta, se não forem tomadas atitudes sérias para a utilização racional”. Boranga, que é ex-presidente e conselheiro vitalício da ABES - Associação Brasileira de Saneamento Ambiental, concedeu entrevista exclusiva à revista Hadar e ao blog Marconews. Veja agora os principais trechos da entrevista
          Para Boranga, entre as iniciativas para levar água potável às pessoas, está a necessidade de que “os governos ampliem os mecanismos para criação de uma consciência coletiva de que a água é um produto escasso e precisa ser usado de forma racional, evitando qualquer desperdício. É preciso intensificar a todos os níveis da sociedade, informações que criem esta consciência. Na minha opinião isso tem que ser feito a partir da pré-escola, atingindo toda a cadeia educacional e a partir daí o restante da população”. O consultor destaca ainda: “medidas que também penalizem as pessoas, que mesmo após intensas campanhas permanentes de conscientização insistam em desperdiçar água, precisarão ser adotadas”.

Alternativas
“Outra fonte, que é utilizada em alguns países onde a escassez de água já é muito severa, é o processo de dessalinização das águas dos oceanos. Já existe também tecnologia disponível para reutilização dos esgotos em diversas atividades, como lavagem de pátios, irrigação de jardins urbanos, nos processos industriais, etc..., onde hoje se utiliza água potável”, afirma Boranga.
          Ele é enfático ao dizer sobre a responsabilidade da falta de água no planeta. “O ser humano será o responsável pela falta de água no planeta, se não forem tomadas atitudes sérias para a utilização de forma racional, conforme disse acima. Mas também será o ser humano o responsável pelos avanços tecnológicos que permitirão tornar o processo de dessalinização dos oceanos mais acessível, pois hoje isso é caríssimo. Será o ser humano responsável pelo reaproveitamento das águas de esgoto, inclusive para torná-la potável. A humanidade é dona do seu destino, caberá a ela decidir se quer sucumbir por falta de água ou dar a volta por cima é transformar o mundo num lugar melhor do que é hoje”.

Guerra por água
          Citando fatos históricos, Boranga lembra que a “guerra por causa da água não é novidade. Suméria (atual Iraque/Kuwait) - 2.500 A.C - a primeira guerra que se tem conhecimento que teria sido causada por água aconteceu às margens do Rio Eufrates, região onde fica o atual Iraque. Acredita-se que o rei da cidade-Estado de Lagash, tenha desviado o curso do rio e deixado outra cidade, chamada Umma, sem água, o que teria gerado uma disputa entre as cidades pelo mineral vindo do rio. Sudão, 1963. Até os dias de hoje a falta de água foi um dos fatores que impulsionaram o conflito que já matou milhões de pessoas na guerra civil entre Sudão e Sudão do Sul. Os pesquisadores apontaram a água como um dos principais motivos, estando entre motivações políticas, econômicas e sociais. Turquia - 1998 e 2003 - não foi exatamente uma guerra, mas acredita-se que em 2003 houve uma disputa de bastidores entre forças americanas, curdos e turcos com relação à água dos rios Tigre e Eufrates, quando os Estados Unidos invadiram o Iraque. Em 1998, a Síria e a Turquia também teriam passado por forte tensão pelo mesmo motivo”.

Estudo
Segundo Boranga, “um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, mostra a relação entre a escassez de água e guerra. Analisando o fenômeno El Niño, que em ciclos de três a sete anos provoca aumento na temperatura e diminuição no volume de chuvas, os pesquisadores descobriram que, nos 90 países tropicais afetados pelo fenômeno climático entre 1950 e 2004, o risco de uma guerra civil dobrou, passando de 3% para 6%. Algumas guerras já foram iniciadas por causa da água na história. Claro, se a humanidade não se conscientizar que a água é um bem escasso, poderemos ter conflitos sangrentos por conta disso”.

Brasil
          José Aurélio Boranga afirma que, no Brasil, “já existem grandes projetos de reversão de Bacias Hidrográficas, para atender demandas de consumo. Um exemplo bastante conhecido e recente, foi a reversão de Bacia do São Lourenço, que traz água do Vale do Ribeira, para reforçar o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo. Na verdade, toda a Região Metropolitana de São Paulo, cuja disponibilidade de recursos hídricos/por habitante/dia é a mais baixa do país, é abastecida por recursos hídricos, na sua grande maioria, importados de outras bacias, através de reversão”.
          Sobre a poluição dos rios, principalmente no estado de São Paulo, o consultor afirma que “com certeza é sempre possível salvar rios degradados. O Tietê não será diferente. Especialmente o Rio Tietê, tem ao longo do tempo diminuído a sua Mancha de poluição, com um grande trabalho feito pela Sabesp”. Segundo Boranga, entre 2010 e 2018, a mancha de poluição do rio caiu de 243 km para 122 km.
          “Então vejamos, que de 2010 a 2018, mais de 120 Km do Rio Tietê, foram despoluídos. Sendo assim, basta eliminar os pontos poluidores, repor matas ciliares, que os rios voltam a ter vida”.
          Para Boranga, existe no país legislação que visa proteger nossas águas, mas falta fiscalização. “A Lei 9.433 de 08 de janeiro de 1997, que ficou conhecida como Lei das Águas, institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), que estabelece instrumentos para gestão dos recursos hídricos de domínio federal (aqueles que atravessam mais de um estado ou fazem fronteira. Como por exemplo, o Rio Paraná) e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH). Os instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, são: Planos de Recursos hídricos enquadramento dos corpos de água em classes; Outorga dos direitos de uso de recursos hídricos; Cobrança pelo uso de recursos hídricos; e o Sistema Nacional de informações sobre Recursos hídricos. O que não existe é fiscalização adequada, por parte dos estados/União, com aplicações de penalidades efetivas aos poluidores”.
          Sobre o risco do Brasil ficar sem água, Boranga diz que “a hipótese de ficar sem água para dessedentação humana me parece extremamente remota, considerando as diversas técnicas existentes e já citadas aqui,  como dessalinização de oceanos, etc... O que vejo com muita preocupação, caso a humanidade não se conscientize da necessidade de tratar os recursos hídricos de forma racional, é que estaremos sujeitos a faltar água para produção de alimentos, pois a quantidade de água necessária para produzir comida de qualidade é extremamente alta. Ai sim corremos um risco enorme de acontecerem conflitos gravíssimos entre nações por conta desta escassez. Apenas como curiosidade, segundo a EMBRAPA, a média global de água para produzir um quilo de carne bovina, é de 15,5 mil litros de água. Para se chegar a este número os pesquisadores usam cálculos matemáticos, que levam em conta uma série de fatores. No caso da carne, este cálculo leva em conta, quantidade de água usada na produção dos alimentos que os bois comem, da água que eles bebem, até mesmo da água utilizada na limpeza dos currais onde eles ficam e aí por diante. O resultado obtido nesse cálculo é dado o nome de "Pegada Hídrica do produto". A EMBRAPA, está estudando a Pegada Hídrica da carne no Brasil. Então é de extrema importância que seja conhecida a Pegada Hídrica de cada produto e ter um trabalho para reduzir este valor, para que não falte água para produção de alimentos”, finaliza Boranga.

Ação conscientizadora

          No próximo dia 22 de março, o grupo Eco Maná, em parceria com a prefeitura de Itapetininga, realiza evento no auditório municipal Alcides Rossi, anexo ao Paço, para falar da importância da preservação de rios, nascentes e recursos naturais.
          O projeto Cada Gota Vale acontece a partir das nove horas e tem como objetivo despertar uma consciência ambiental sustentável, aliada com práticas diárias coletivas da sociedade. O evento é aberto a todos. 

terça-feira, 19 de março de 2019

Água: a razão das próximas guerras?

Falta d’água pode gerar conflitos

Rio Itapetininga

          No próximo dia 22, o mundo inteiro comemora o Dia da Água. Para marcar esta data, o Marconews traz duas reportagens especiais sobre a questão do água no planeta e no Brasil. Esta é a primeira matéria.

A Terra, este pequeno planeta azul repleto de vida – incluindo os seres humanos – poderia muito bem chamar-se planeta água. Afinal, 70% da superfície da terra é coberta de água. Apesar deste número impressionante, mais de 95% desse volume todo de água é impróprio para o consumo.
          Os dados oficiais estimam que entre 0,77% e 2,5% de toda água no planeta seja adequado para o consumo. Além disso, a maior parte da água potável se encontra nas geleiras (aproximadamente 80%).
          Isto posto, a primeira conclusão a que se chega é que existe muito pouca água potável no mundo. E a população mundial, que já está na casa dos sete bilhões de indivíduos, não para de crescer. Um dos grandes desafios – se não o maior - para o futuro da humanidade é garantir o fornecimento de água para todos. A água é um bem finito e deve ser usada de maneira consciente. Mas como pedir o uso racional de algo, quando a pessoa não tem acesso a esse algo, mesmo essa coisa sendo essencial à vida?
          Como pedir que crianças sedentas e imundas não tomem a água que precisam, ou deixarem de fazer a higiene pessoal? Como pedir para o agricultor que espera ansiosamente a chuva para plantar e ter o mínimo para sobreviver, que use menos água? Como garantir o acesso de bilhões de pessoas a este bem essencial, mas que deve ser usado com cuidado e respeito?
          Estima-se que 1,4 bilhão de pessoas não tenham acesso a água limpa. E este número pode crescer. Não é à toa que especialistas apontam a água como uma das principais razões para guerra nos próximos anos. Afinal, sem água não há vida. E todos têm o direito à vida!
          Se a situação já é preocupante, a ação do homem torna o quadro ainda pior: poluição de rios, destruição de nascentes, uso irresponsável da água e aquecimento global. Tudo isso é resultado da presença humana no planeta. As cidades surgiram e cresceram perto de rios e lagos. São Paulo, Sorocaba, Itapetininga, Tietê, Salto, estes são apenas alguns exemplos próximos de nós de como as cidades foram fundadas perto de cursos d’água e de como esses rios se tornaram parte da história desses municípios.
          Pena que os municípios não trataram os rios com o devido respeito, despejando toneladas de lixo e esgoto em suas águas, matando quem lhes dá vida!

A água no planeta
          Especialistas apontam para o fato de que, além de ser pouca, a água potável não é distribuída de maneira igual pelo mundo. Em vista disso, existe locais onde a água é considerada um recurso muito valioso. Em virtude dessa desigualdade de distribuição, em várias regiões ocorrem verdadeiros conflitos por água. E esta é uma situação que acontece há muito tempo, desde antes de Cristo, segundo o consultor em saneamento ambiental José Aurélio Boranga (veja esta matéria amanhã).
Além da escassez de água em algumas regiões, existe ainda o problema da baixa qualidade. A poluição causada pelas atividades humanas faz com que a água esteja disponível, porém não esteja própria para o consumo. Estima-se que 20% da população mundial não tenha acesso à água limpa e, segundo a UNICEF, cerca de 1400 crianças menores de cinco anos de idade morrem todos os dias em decorrência da falta de água potável, saneamento básico e higiene.
Diante da importância da água para a nossa sobrevivência e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível, surgiu o Dia Mundial da Água. Essa data, comemorada no dia 22 de março, foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa à ampliação da discussão sobre esse tema tão importante. No dia 22 de março de 1992, a ONU, além de instituir o Dia Mundial da Água, divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água, que é ordenada em dez artigos.

1- A água faz parte do patrimônio do planeta;
2-A água é a seiva do nosso planeta;
3- Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;
4- O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;
5- A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;
6- A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;
7- A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada;
8- A utilização da água implica respeito à lei;
9- A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;
10- O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Direito de todos
Como toda a população necessita da água para a sua sobrevivência, em julho de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou, através da Resolução A/RES/64/292, que a água limpa e segura e o saneamento básico são direitos humanos. Sendo assim, a água de qualidade e o saneamento básico passaram a ser um direito garantido por lei. O uso racional e sua preservação são fundamentais para garantir qualidade de vida para a nossa geração e para as futuras. Faça uso consciente da água!

Bacia do rio Tietê
Segundo especialistas, Grande parte dos rios da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê está poluída de maneira tão grave que suas águas estão inadequadas para a maioria dos usos, como o consumo humano, a pesca e a recreação.
Não é necessário ser especialista em recursos hídricos para notar, por exemplo, que os rios Tietê e Pinheiros estão poluídos. Basta passar por alguma das marginais que o próprio odor fala por si só. Entretanto, as informações disponibilizadas pelo governo assustam por revelar a dimensão e a complexidade desse problema, que não é apenas ambiental, mas também social e econômico.
Mapas que mostram a situação dos rios paulistas divulgados pelo governo apresentam a situação dos rios por meio de um mecanismo chamado enquadramento. Previsto na Política Nacional de Recursos Hídricos, o enquadramento é um importante instrumento de gestão e planejamento ambiental que tem o objetivo de garantir a qualidade da água de maneira compatível a seu uso ao mesmo tempo em que serve como uma sinalização preventiva para que a qualidade não piore. Assim, os rios do Brasil podem ser classificados em quatro diferentes classes, sendo a classe 1 para os rios com as águas de melhor qualidade e a classe 4 para os que estão em situação mais crítica.
A realidade das águas dos rios paulistas é preocupante, principalmente na Bacia do Alto Tietê, próximo à Região Metropolitana da capital. Vale lembrar que o Rio Tietê, que dá o nome da bacia hidrográfica, nasce no município de Salesópolis, e vai se deslocando para a porção noroeste do Estado de São Paulo.
No mapa elaborado pelo governo, a área das nascentes do rio está destacada em verde e, conforme as águas vão se aproximando da urbanizada e populacionalmente concentrada cidade de São Paulo, suas condições vão piorando. Isso acontece igualmente com as demais águas que nascem límpidas em Mairiporã, ao norte, ou Embu-Guaçu, ao sul, e vão sendo degradadas ao se aproximar do seu ponto mais baixo de drenagem, próximo ao Tietê.
A previsão normativa de rios classe 4 é considerada por muitos especialistas um absurdo. Legalmente, as águas desses rios podem ser destinadas somente à navegação e à harmonia paisagística (Resolução Conama nº 357/2005). Para esses críticos, a previsão normativa dos rios de classe 4 representa uma aceitação pelo Estado dessa realidade e, mais do que isso, uma indicação perversa da impossibilidade de reversão desse quadro.
Apesar da situação crítica, muitos acham possível reverter o quadro, através de pressão da sociedade, com a criação de comitês de bacias fortes, com a atuação de técnicos capacitados e lideranças políticas interessadas em resolver o problema de maneira responsável. Só para lembrar: os comitês de bacias hidrográficas são órgãos colegiados, com representantes de vários segmentos da sociedade, que atuam na gestão de recursos hídricos. Os comitês existem desde 1988.
É importante que a sociedade compreenda que os rios poluídos carregam unicamente notícias ruins. Da perspectiva ambiental, isso é obvio. Do ponto de vista social, um rio de classe 4 é uma ameaça evidente à saúde e ao bem-estar da população.  E, em termos econômicos, um rio poluído significa a diminuição da disponibilidade hídrica para diversos usos, o aumento dos custos de tratamento e gastos altíssimos com obras para captar água de outros lugares.

Brasil
O País possui 12% das reservas de água doce disponíveis no mundo, sendo que a Bacia Amazônica concentra 70% desse volume. O restante é distribuído desigualmente para atender a toda população brasileira. O Nordeste possui menos de 5% das reservas e grande parte da água é subterrânea, com teor de sal acima do limite aceitável para o consumo humano.


Represas
          Outra preocupação diz respeito às represas brasileiras. Além do baixo nível registrado em alguns reservatórios em épocas de seca, há agora o medo de que elas se rompam, como aconteceu em Mariana e mais recentemente em Brumadinho. Ambos os casos ocorreram em Minas, com barragens de rejeito aponta para s de minério, mas fica o alerta com relação às represas hidrelétricas.
Autoridades se reuniram em Piraju, no dia 15 de fevereiro para discutir um plano de ação, caso haja ruptura das barragens que ficam na cidade. PM, bombeiros, defesa civil e representantes das usinas de Piraju e Jumirim participaram do encontro. A ação é preventiva; já que as usinas são interligadas pelo mesmo rio e o rompimento de uma barragem teria um efeito cascata, atingindo bairros próximos. Existem cinco usinas na região, sendo que a Usina de Paranapanema é a que tem o risco médio de rompimento.

Amanhã, na segunda parte desta reportagem, consultor aponta para a responsabilidade do homem na preservação das águas

sexta-feira, 15 de março de 2019

Saiba alguns cuidados para evitar o roubo do carro

No Brasil, um carro é roubado ou furtado a cada minuto

Fiat Toro

Ter um carro, seja novo ou usado, é o sonho de muita gente. Mas é preciso ter cuidado, pois os ladrões também estão atuando intensamente, de olho em presas fáceis. E não pensem vocês que apenas os carros novos são alvo das ações dos amigos do alheio. Usados também estão na mira dos bandidos. Não é à toa que, no Brasil, um carro é roubado ou furtado a cada minuto, segundo dados de 2016. Estima-se que, neste ano de 2019, o número de veículos roubados passe de um milhão. Muitos desses automóveis são usados em ações criminosas, como assaltos, outra parte é desmontada para ser vendida em partes e outro tanto é negociado novamente, com documentos falsos.
            Esta matéria traz algumas dicas para você dificultar a ação dos bandidos e assim evitar que seu carro entre para as estatísticas. Uma das primeiras coisas que o proprietário deve observar é cuidado com a chave do carro. Nunca a deixe no interior do veículo; também nunca a deixe na ignição e nem saia do carro com o motor ligado, mesmo que seja só por alguns segundos. Pode ser a oportunidade que o ladrão está esperando para agir.
            Ao estacionar, prefira locais bem iluminados e com passagem constante de pessoas. Depois de estacionar feche todas as portas e vidros. Esqueça o estacionamento na rua se tiver garagem. Não deixe objetos de valor á vista.

Números e Documentos

Uma das formas de prevenir o roubo é gravar, por exemplo, o número da matrícula nos vidros e em outras partes principais do veículo, desta forma o ladrão sabe que este é um automóvel difícil de negociar com documentos falsos ou para venda das peças. Nunca deixe os documentos referentes ao seu carro no interior do automóvel. Faça cópias dos documentos do veículo.


Sistemas de Segurança
Algumas medidas podem ser tomadas para dificultar ainda mais a ação dos bandidos. Uma delas é o corte de ignição, de custo relativamente barato. Instale e esconda o botão para que não seja fácil descobrir.
A tranca – também conhecida como trava de direção – é outro equipamento que vai dar trabalho e se o carro for assaltado o ladrão saberá que vai demorar bastante tempo para conseguir levar o automóvel. Você também pode optar por bloqueadores da alavanca do câmbio e das rodas.
Mas, com o avanço da tecnologia, você pode rastrear seu carro via satélite, serviço disponibilizado por algumas companhias de seguro; o sistema pode seguir o carro em tempo real.

Veículos
          Entre os veículos com seguro mais roubados ou furtados do país, estão: a picape média Toro (Fiat), que lidera as estatísticas, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados). Até outubro do ano passado, dos 14.866 veículos segurados, 235 foram roubados ou furtados, o que representa um IVR (Índice de Veículo Roubado), de mais de 1,5% em relação ao número de veículos segurados. Em seguida, vêm o Voyage, da Volkswagen; e o HB20, da Hyundai. No caso do Voyage, dos quase 97 mil veículos segurados, 1.441 foram roubados, gerando um IVR de quase 1,5¨%; já o HB 20, com 176.850 mil veículos segurados, dos quais 2.265 foram roubados/furtados, teve um índice de quase 1,3%.
          Além desses automóveis, o Gol (Volks) e o Palio (Fiat) completam o ranking dos cinco carros mais roubados e/ou furtados no Brasil em 2018. Por isso, todo cuidado é necessário para desestimular a ação dos bandidos.

Fonte: site monte sua central.com.br

quinta-feira, 14 de março de 2019

A humanidade precisa rever suas prioridades

Ensinamos nossos filhos a discriminar, não a amar



          A tragédia do massacre na escola estadual Raul Brasil, na cidade de Suzano, na Grande São Paulo, chocou a todos. Esta situação nos leva a refletir que realmente deve haver algo de muito errado na sociedade moderna; algo que não é restrito ao nosso país, mas que atinge outras nações, com menor ou maior frequência.
          É aterrador saber que jovens recorrem à violência e ao massacre para canalizarem suas frustrações, seus medos, seu ódio, sua dor. Que mundo é esse em que matar se tornou algo tão banal, que de massacre em massacre vamos simplesmente eliminando nosso futuro, que se esvai com o sangue de vítimas jovens, com a vida pela frente e que poderiam, talvez, contribuir para uma sociedade mais justa?
          Que mundo é esse onde jovens buscam a fama destruindo vidas e não salvando? Que mundo é esse onde jogos virtuais podem influenciar uma pessoa ao ponto dela misturar ficção com realidade e sair por aí matando, como se estivesse em uma competição? Que mundo é esse onde comunidades clandestinas na Internet profunda (deep web) se reúnem para discutir, incentivar e aconselhar ataques de puro terror e ódio contra pessoas inocentes?
          Que sociedade é esta em que vivemos, onde os pais, talvez até mesmo inconscientemente, ensinam seus filhos a discriminar (e até odiar) pessoas por causa da cor da pele, da religião, da orientação sexual, da posição social, do time de futebol que torce e até o corte de cabelo ou roupa que veste. Tem futuro uma sociedade assim? Se a humanidade não mudar, parece claro que não haverá futuro.
          E para os que acham que o massacre em Suzano é um caso isolado, em que os assassinos se vingaram do bullyng que sofriam (se é que sofriam, pois já não estavam há tempos na escola), aqui vai um dado assustador: desde 2002, foram pelo menos sete ataques do tipo em escolas brasileiras, com pelo menos 24 mortos, sem contar os autores dos disparos, que se mataram.
          Mais assustador ainda é quando vemos nos números da violência no Brasil: os números da violência no país, sobretudo a violência contra a mulher, assustam e jogam por terra a imagem de país pacato e tranquilo. O que há de errado com o nosso país? Em 2017, batemos um triste recorde, com mais de 63 mil assassinatos. São números comparáveis aos de países em guerra. Só para se ter uma ideia, na Guerra da Síria, entre 2011 e 2017, mais de 330 mil pessoas morreram, o que dá cerca de 55 mil por ano, bem menos do que foi registado no Brasil em um único ano.
          A situação é alarmante. Especialistas lembram que por trás dos números estão vidas destruídas. Há muita informação na internet sobre o tema e. embora possa haver pequenas diferenças entre os números apresentados por diversas fontes (até porque muitos casos não são denunciados), o certo é que a violência vem aumentando no país e as mulheres estão entre as principais vítimas. Até a conceituada Human Rights Watch (Observatório dos Direitos Humanos, em uma tradução livre), afirmou em relatório divulgado no começo deste ano que a violência doméstica é “uma epidemia” no Brasil. Segundo a organização, há mais de 1 milhão de casos de agressões contra as mulheres pendentes na justiça brasileira. A HRW, porém, aponta a Lei Maria da Penha como um importante instrumento no avanço do combate a esta situação de violência.
Tanta violência só pode ser falta de empatia e de amor com o semelhante. E, para quem tem fé, seja qual for a religião, é a falta de Deus na vida das pessoas, e quando falta amor, o mal toma conta.
O mal existe e marca presença no mundo. Vejam por exemplo a fome. A fome é a presença do mal na terra! Porque se o homem tivesse mesmo vontade, poderia acabar com a fome. Gasta-se bilhões com armas, mas não consegue levar comida e água pra quem precisa. Não consegue dar um sistema de saúde digno para a maioria da população, mas consegue fazer games de última geração que parecem reais; daí o nome: realidade virtual. A humanidade precisa rever suas prioridades, antes que seja tarde demais.

domingo, 10 de março de 2019

Start escola de vendas chega à Itapetininga

Instituição firmou parceria com Colégio Imaculada Conceição



          A Start Escolas de Vendas, que já realizou aulas para 13 turmas em cidades da Região, chega em Itapetininga com o curso de Gestão de Mudanças: vendas e atendimento, voltado para empresários e profissionais de venda e atendimento. As aulas têm início no próximo dia 13, das 19h30 às 21h30, e vão até o próximo dia 28 deste mês. O evento acontece no Instituto Imaculada Conceição (IIC), através de parceria entre a Start e o colégio.
          Este curso é presencial e tem o seguinte formato: serão dois encontros semanais (seis no total), somando 12 horas de treinamento. Segundo a Start, “o conteúdo é prático e com bastante energia e motivação, sem esquecer das técnicas que ajudam o profissional de vendas e atendimento”.

Foco nas vendas e atendimento
          O conteúdo do treinamento inclui: Técnicas de Venda, Trabalho em Equipe, Atendimento que Vende, Marketing Digital, Motivação, certamente irão contribuir para o aquecimento da força de vendas das MPEs de Itapetininga.
          Segundo o consultor Marcelo Alciati, o objetivo do curso é propiciar aos empresários uma oportunidade para “capacitar e reciclar seu time de vendas. Pois certamente assim como aconteceu nas outras turmas, a aprovação foi bem alta e, muitos empresários inscrevem rotineiramente seus colaboradores nos cursos que já acontecem em outras cidades. Acredito que em Itapetininga não será diferente”. A Start informa que a inscrição custa R$ 337,00 por pessoa, com desconto 10% acima de 4 inscrições. 


Parceria
          Uma das mais renomadas e tradicionais instituições de ensino de Itapetininga, o Instituto Imaculada Conceição (IIC), prestes a comemorar seu primeiro centenário, firmou uma parceria com a Start Escola de Vendas, um modelo de negócio já conhecido na região que tem o objetivo de aperfeiçoar e reciclar os conhecimentos dos empresários e profissionais ligados na área comercial e de vendas.

História
Ao logo de sua história, o Instituto Imaculada Conceição vem atuando como protagonista inicial da trajetória profissional de inúmeras pessoas, pois vem acompanhando as mudanças na sociedade e atualizando seu modo de ensinar. Mantendo a tradição de inovar e abrir caminhos, o Instituto traz agora esta parceria inédita com a Start, visando proporcionar ao empresariado local – e também a alunos da instituição - uma oportunidade para ampliar/reciclar conhecimentos sobre técnicas de venda e trabalho em equipe, além do marketing digital, importante instrumento para o sucesso de empresas na atualidade.


Alunos
Os pais ou responsáveis que possuam filhos matriculados no colégio terão 15% de desconto para participar do treinamento que envolve: técnicas de vendas, modelo de atendimento que vende, liderança, trabalho em equipe, motivação, marketing digital etc.  
Os interessados devem entrar em contato com o colégio ou pelo WhatsApp 15.99818-2412 para que o desconto seja concedido e fazer sua inscrição.