terça-feira, 11 de julho de 2017

Boituva sedia Campeonato de Balonismo

Evento acontece pela primeira vez na cidade


A cidade de Boituva, às margens da rodovia Castello Branco, recebe até o próximo dia 16 (domingo) a 30a edição do Campeonato Brasileiro de Balonismo, com a participação de 24 equipes de diversos países. É a primeira vez que a cidade sedia esta competição, a mais importante do país.
As provas acontecem entre os dias 10 e 16 no Uruanã Country Club, localizado na Rod. SP 129, KM 7,9, s/nº, bairro Água Branca. O evento conta com a presença dos melhores pilotos do Brasil e é clasificatório para o próximo mundial, que acontece em 2018, na Áustria. A cidade de Boituva é considerada um dos melhores lugares do país para a prática de balonismo.
Vôos
Os balões voarão ao amanhecer e ao entardecer, pela manhã os voos iniciarão a partir das 7 horas e na parte da tarde a partir das 15 horas, todos os balões decolarão juntos. O acesso ao Uruanã Country Club será gratuito, com estacionamento livre, com banheiros e praça de alimentação, sendo um ótimo programa para se fazer com a família e amigos. A competição é composta de diversas tarefas, seja com alvos colocados em terra com “X”, onde cada competidor, de seu balão, arremessa uma marca próxima a esse alvo ou em alvos virtuais, via GPS. Cada prova vale 1000 pontos e ao final do campeonato o piloto que somar o maior número de pontos será o grande campeão do evento.

Programação até domingo

12 de julho - Quarta - feira
4º voo competitivo a partir das 7h no Ralf.
13 de julho - Quinta - feira
5º voo competitivo a partir das 7h no Uruanã Country Club.
6º voo competitivo (caça a raposa)* a partir das 15h no Uruanã Country Club.
14 de julho - Sexta - feira
7º voo competitivo a partir das 7h no Uruanã Country Club.
15 de julho - Sábado
8º voo competitivo a partir das 7h no Uruanã Country Club.
Às 8h haverá atividade de corrida e caminhada das principais academias de Boituva.
9º voo competitivo (caça a raposa)* a partir das 15h no Uruanã Country Club.
16 de julho - Domingo
10º voo competitivo a partir das 7h no Uruanã Country Club.
Às 8h haverá concentração e largada do passeio de Mountain Bike. 
E as 12:30 haverá o almoço de encerramento e premiação no Uruanã Country Club.

Caça a raposa*: Nesta prova os balões irão inflar todos juntos no campo de futebol do local, a prova é bem simples: Um balão, chamado de raposa, decola antes e aproximadamente 10 minutos depois todos os outros balões decolam, vence a prova aquele piloto que pousar o seu balão mais próximo da raposa.

Foto: Divulgação - Ademir Brasaroto

sábado, 8 de julho de 2017

O Brasil e a Revolução de 1932

Movimento exigia uma nova Constituição
Cartaz do movimento MMDC


Há 85 anos, eclodia em São Paulo um movimento que exigia a promulgação de uma nova Constituição e contrário ao golpe de Estado perpetrado por Getúlio Vargas em 1930. O movimento, batizado de Revolução Constitucionalista, teve combates nas ruas da capital e em outras partes do Estado de São Paulo, incluindo a Região de itararé, na divisa com Paraná.
A revolução foi sufocada pelo governo central e getùlio Vargas mante-se no poder até 1945. Mesmo passadas mais de oito décadas, é importante ressaltar que, tanto em 1932 quanto em 2017, a Constituição, a Carta Magna que rege uma nação, é imprescindível em qualquer estado democrático de direito. Sem uma Constituição, o que sobra é ditadura. E vamos combinar que ditadura nenhuma é boa, seja de direita, esquerda ou de qualquer ideologia.
A crise política (e também moral) que afeta o Brasil hoje faz com que muita gente invoque a Constituição para quase tudo, muitas vezes interpretando esta Carta da maneira como lhe é mais conveniente.
Respeitar um país e sua Constituilção não é interpretar as leis ao seu bel prazer ou segundo interesses de grupos. Também não é se aproveitar de brechas na lei para evitar a prisão ou estender processos por tempo indeterminado. Respeitar um país é seguir suas leis, ainda que elas sejam falhas, o mesmo valendo para as instituições.
Em uma democracia, nada é mais adequado do que seguir a Constituição e as leis do país. Caso haja a necessidade de mudanças, estas devem ser pensadas com cautela, visando o interesse e o bem da sociedade como um todo, notadamente das camadas mais desfavorecidas.
Hoje são muitos os que protestam e há até quem deseje a volta da ditadura. Mas muitos se esquecem que uma revolução tem um custo muito alto: o sacrifício de vidas humanas. Nenhuma ideologia política vale o derramamento de sangue, principalmente de inocentes.
Claro que mudanças radicais possuem um alto custo para a sociedade e geram mártires e heróis. A questão é saber se o Brasil está disposto a pagar esse preço. Um preço que São Paulo pagou na revolução, como veremos abaixo.

Revolução
Segundo o portal Terra, a Revolução Constitucionalista, ocorrida em 9 de julho de 1932, foi um movimento contra o primeiro governo de Getúlio Vargas (ocorrido entre 1930 e 1945). Antes do golpe de Estado que colocou Vargas no poder, em 1930, o Brasil era regido pela “política do café com leite”, pela qual as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais se revezavam na presidência do País.
Quando assumiu, o gaúcho Vargas nomeou interventores nos Estados. Os paulistas não aceitaram um interventor de fora de São Paulo e se rebelaram contra os novos rumos da política brasileira.

M.M.D.C.
O estopim da Revolução Constitucionalista foi a morte dos estudantes Mário Martins de Almeida, Euclides Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Camargo de Andrade, durante a tentativa de invasão da sede de um jornal favorável ao regime varguista, em 23 de maio de 1932. A sigla M.M.D.C., que remete às iniciais dos nomes pelos quais os estudantes mortos eram conhecidos (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo), se transformou no símbolo do movimento.
Entre os meses de julho e outubro de 1932, as ruas de São Paulo foram o cenário de conflitos entre os revoltosos e as tropas do governo federal. O movimento, que exigia a promulgação de uma nova Constituição, fracassou no dia 1º de outubro de 1932, quando foi assinada a rendição que pôs fim à Revolução. Os principais líderes da revolta tiveram os seus direitos políticos cassados e foram deportados para a Europa, entre eles, o itapetiningano Júlio Prestes, presidente da república eleito pelo voto popular, mas deposto pelo golpe de Vargas.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Preconceito é tema de reportagem

Fatores culturais e medo do desconhecido geram preconceito
Símbolo de campanha contra o preconceito


O medo do desconhecido, aliado aos conceitos "pré-fabricados" do que é certo ou errado e imagens do que consideramos como comportamento e aparência "aceitáveis" são os pilares de uma atitude que exalta um dos piores comportamentos da humanidade: o preconceito com relação a tudo que é diferente da maneira que enxergamos o mundo. O tema é a reportagem de capa da edição deste mês da revista HADAR (Tatuí e Região).
O Brasil é o país da diversidade. Um lugar onde não existe preconceito! Aqui todos são recebidos de raços abertos, assim como faz o Cristo Redentor. Praticamente todo mundo o mundo já ouviu uma frase assim ou parecida. Mas a realidade é bem diferente. O mito do país sem preconceito caiu por terra de uma vez, principalmente com o avanço das redes sociais, onde as pessoas confundem liberdade de expressão, com direito a proferir ofensas e opiniões sobre assuntos, comportamentos e pessoas. Parafraseando a canção dos Paralamas do Sucesso, o país que está de braços abertos no cartão postal, mantém os punhos fechados na vida real. E o problema não é só no Brasil, mas certamente mundial, basta ver a crise dos refugiados e o turbilhão que ela provoca, por exemplo, na Europa. Mas o preconceito está muito mais próximo do que podemos imaginar. Veja agora alguns depoimentos de pessoas que já passaram - e ainda passam - por este constrangimento

De forma velada
A jornalista Andrea Vaz, de 31 anos, afirma que nunca se sentiu prejudicada e afirma que "nunca fui vítima de um preconceito escancarado. Posso ter sido vítima de preconceitos velados, deixando de ter algumas oportunidades por ser negra. Mas no meu dia a dia, prefiro não me ater a essas coisas. Procuro sempre ser a melhor pessoa que posso para mim, para os outros e para o trabalho ao qual estou me dedicando".
Para ela, "existem tantas formas de preconceito que é difícil elencar os pontos da questão. Um dos motivos seria uma dificuldade normal do ser humano em lidar com quem é diferente (ou aparenta ser). Depois, existem estereótipos do que é bom ou ruim e as pessoas se apegam a eles sem questionar muito. E existe algo cultural de, por exemplo, fazer piadas, criar personagens debochados e coisas assim".

A humanidade não cabe em rótulos
Perguntada sobre o que a sociedade pode fazer para minimizar ou mesmo acabar com o preconceito, a jornalista é categórica: "não sou muito otimista com a questão de acabar com o preconceito. Ele sempre vai existir. Normalmente pensamos em questão dos negros, homossexuais, estrangeiros, mas vemos discriminação com certas profissões, estilos de vida e até com o passado de uma pessoa. Por exemplo, um ex-presidiário carregará para sempre este rótulo. Mas cada um pode se empenhar para dar seu melhor, sem vitimismo, mostrando seus valores, ensinar às crianças a valorizar e respeitar as diferenças. São muitas teorias, mas na prática é difícil, já que o ser humano não cabe em tabelas e receitas prontas".

Veja matéria completa na revista HADAR

sábado, 1 de julho de 2017

Domingo no Parque acontece no Jardim Marabá

Evento terá diversas atividades


O frio aumenta neste começo do mês de julho, com previsão de temperatura máxima em torno dos 17 graus neste domingo. Mesmo assim, muita gente deve levantar cedo para aproveitar mais uma edição do Domingo no Parque, uma iniciativa da administração municipal e que acontece na Praça dos Três Poderes, no Jardim Marabá, em Itapetininga, das 8 h até o meio-dia.
Em nota, a Prefeitura informou que "famílias podem aproveitar e desfrutar de várias atividades como vôlei, badminton, tênis de mesa, slackline, futebol, além de um redário e colchonetes para relaxamento e leitura. O projeto ainda oferece uma área para leitura de livros infantis por meio da Geloteca”.
Segundo Jefferson Farpella, secretário de Esporte, Lazer e Juventude do município, “será mais um domingo de alegria para crianças, jovens e adultos que vão poder curtir horas de lazer e diversão com muita cultura e descontração. Este é um projeto feito para as famílias”.
A ação multidisciplinar envolve as secretarias de Cultura, Saúde, Educação, Trabalho, Esporte, Lazer e Juventude. O “Domingo no Parque” foi criado para reunir pessoas de todas as idades e é realizado com materiais próprios de cada secretaria, com criatividade na elaboração das atividades.

Foto: Divulgação - Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Greve paralisa transporte coletivo na cidade

Ônibus não circularão entre zero hora e meio-dia desta sexta


Em nota encaminhada à imprensa, a Prefeitura de Itapetininga informa que, em virtude da paralisação nacional geral, marcada para esta sexta-feira (30), o transporte coletivo de ônibus no município, por determinação do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Sorocaba e Região e da Central Única Sindical, NÃO FUNCIONARÁ nesta sexta, das 00h00 às 12h00, ou seja, pelo período de 12 horas. A Prefeitura esclarece ainda, que esta é uma decisão de responsabilidade do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Sorocaba e Região e da Central Única Sindical das quais a empresa de ônibus que opera no município é filiada.
Para amenizar os transtornos decorrentes desta determinação, como alternativa, a Prefeitura orienta os passageiros para que utilizem os serviços de táxi e de moto-táxi disponíveis na cidade.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Campanha do agasalho realiza arrastão no fim de semana

Ação acontece em mais de 30 bairros da cidade

Cartaz da campanha estadual

Neste fim de semana, nos dias 24 (sábado) e 25 (domingo), a Prefeitura de Itapetininga, por meio do Fundo Social de Solidariedade (FSS), realiza o Arrastão da Solidariedade para intensificar as doações para a Campanha do Agasalho 2017. A ação solidária, que teve início no dia 5 de junho e segue até o próximo dia 30 deste mês, está sendo feita em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.
“Nossa expectativa é arrecadar o maior número possível de agasalhos e cobertores durante os dois dias. O mutirão passará por diversos bairros e contamos com o apoio da população para conseguirmos alcançar nosso objetivo”, ressaltou a presidente do Fundo Social, Sueli Esteves. O Arrastão da Solidariedade passará por 36 bairros e contará com o apoio dos Atiradores do Tiro de Guerra de Itapetininga. No sábado, dia 24, a ação acontece das 9h às 16h. Já no domingo, dia 26, o arrastão será realizado no período da manhã. Confira os bairros:
Jd. Fogaça, Jd. Mesquita, Vila Barth, Vila Nova Itapetininga, Vila Nastri I, Vila Aparecida, Vila Hungria, Vila Rio Branco, Vila Rosa, Vila Santana, Vila Judith, Jd. Itália, Jd. Paulista, Vila Regina, Vila Olho d' água, Vila Reis, Jd. Mesquita, Vila Piedade, Vila Aurora, Parque da Lagoa, Jd. Alvorada, Vila Cubatão, Central Parque 4 L, Jd. Shangrilá, Vila Progresso, Vila Rubens, Vila Salem, Vila Francisca, Vila Popular, Moradas do Sol, Cambuí, Vila Carolina, Jd. Marabá, Bancários , Jd. Santa Inês.
As doações arrecadadas durante a Campanha do Agasalho serão revertidas às famílias cadastradas nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e, em áreas rurais, agentes de saúde farão uma triagem com as famílias para fazer a doação. Neste inverno, aqueça o coração do próximo! Faça sua doação! 

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Festa Junina: tradição que esquenta o frio

Danças e pratos típicos da época mantém vivas as festividades

A esta do Clube Kaikan é tradicional em Itapetininga


Para esquentar o frio dos meses de junho e julho, nada melhor do que uma boa festa junina, com vinho quente, quentão, pinhão, milho verde e danças típicas. Só precisa ter cuidado ao dançar quadrilha, para não ser alvo da Polícia Federal!
Brincadeiras à parte, as festas juninas mantém viva uma faceta da cultura brasileira que tem suas raízes na Europa e mistura até elementos da cultura chinesa. Por esta razão, é muito importante manter viva esta tradição.
Em nossa Região, algumas cidades ainda preservam a tradição das festividades juninas. É o caso de Capelo do Alto, Tatui, Boituva, Cesário Lange e Quadra. Em Capela do Alto, a festa realizada pela APAE do município é a mais tradicional da cidade e está em sua nona edição, segundo Júlio César Parra, diretor de Cultura e Esportes da Prefeitura. A cidade não tem uma festa oficial, mas ele garante que a administração pública está "dando total apoio à festa da APAE". Ainda segundo ele, "há um empenho grande do poder público em resgatar e manter as culturas e tradições como as festas juninas que ocorrem por aqui".
Em Tatuí, a tradição fica por conta de duas festas: Festa Junina do Lar Donato Flores, que esse ano realizou sua 18ª edição no sábado, dia 3 de junho, no Recinto de Eventos da referida instituição e a festa de São João de Benfica, realizada desde de 2008 pela Prefeitura. De acordo com o Departamento de Turismo da Prefeitura, esta festa preserva a história de São João de Benfica de Tatuí acontece de 9 a 11 de junho na Praça da Matriz, área central da cidade.
Asilo
Outra festa tradicional em Tatuí é a do Lar São Vicente de Paulo, que nesta ano completa 88 anos de existência. Também conhecida com Festa da Caridade, ela possui entre seus apoiadores e parceiros a Prefeitura local, segundo Ivan Rezende, presidente da instituição.
Rezende acredita que esta seja a maior festa junina da Região, pois "mobiliza o maior numero de pessoas num único dia em prol de uma causa.

Parceria
"“A prefeitura de Tatuí, é uma das parceiras da tradicional festa da caridade, colabora diretamente ou com os itens relacionados a logística da festa. Além disso, tem a barraca do FUSSTAT (fundo social de solidariedade) e neste ano,  também teremos a Barraca do Abrace Tatuí. A festa da caridade, a cada ano aumenta de 4 a 5 grupos colaboradores e esse ano, acredito que chegaremos a 40 grupos diferentes, além da prefeitura, nos temos as empresas, o comercio geral, as escolas, pessoas físicas, produtores rurais, enfim, a cidade de Tatuí e região mobilizada nesse dia tão importante de caridade, onde essa festa é uma das principais fontes de renda para a manutenção da nossa instituição e também da qualidade de vida direta ao nossos assistidos do lar e também do nosso centro de convivência do idoso, projeto bem estar  do Lar", garante Rezende. Este ano, a festa acontece no dia 15 de junho (Dia de Corpus Chisti) e terá ampla programação.
Outra cidade que também mantem a tradição é Quadra. Segundo Benemari Sulivam Vieira, diretor de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer do município, as festas juninas são distribuídas entre os bairros e escolas da cidade. Com esta iniciativa, o município "busca manter as tradições as quais perdem-se ao longo do progresso e crescimento".
Ainda de acordo com Vieira, "Quadra corre contra a corrente, buscando manter os aspectos tradicionais, como o levantamento do mastro a São João e Santo Antonio, barracas típicas de alimentos (Bolinhos, Doces caseiros, vinho quente, quentão, etc.)  ou mesmo de jogos (Boca do palhaço, acerte a argola, caixa surpresa), quadrilhas (geralmente tendo a encenação do casamento e posteriormente a dança, tudo isso comandado e animado pela Claudinéia dos Anjos ‘Néia’) , roupas típicas e show que embala os presentes com muito forró, sertanejo e ‘modão de viola’. De acordo com o diretor, "tudo é preparado para que as pessoas se sintam realmente em uma festa tradicional, a começar pela decoração que conta com bandeiras, barracas, fogueira e as comidas típicas".
Ainda segundo ele, a administração municipal "busca dar um respaldo dentro das possibilidades administrativas apoiando as quermesses e festas (não somente as que acontecem na cidade, mas também nos bairros), através de suporte técnico como shows, segurança, parte estrutural, materiais no qual ocorre uma feliz parceria com a Igreja da cidade a Paróquia Bom Jesus”;

Programação
Veja aqui a programação da festa: Dia 16 de junho, às 18 horas, Santa Missa, após a Missa haverá Jantar no salão paroquial. Cardápio: Nhoque de mandioca, arroz e salada. Show com Paulo Victtor.
- Dia 17 de junho, às 19h00 Santa Missa com levantamento do mastro de Santo Antonio, após a Missa haverá casamento caipira, quadrilha, entrega da faixa da miss caipirinha, quermesse com barracas de doces típicos, pastel, cuscuz, caldo verde, chá de amendoim; barracas de brincadeiras e Show com Nilton Cesar.
- Dia 18 de junho, às 18h00 Procissão de Santo Antonio e logo em seguida, Missa de encerramento da festa.
A festa surgiu no ano 2010, com o objetivo de acrescentar na programação da paróquia, um evento que fosse voltado para a diversão das famílias e que resgatasse a cultura da festa junina.
Em Cesário Lange, a grande atração é o Arraiá da Educação. Promovida pela Prefeitura local, a festa está em sua nona edição e tem por objetivo manter a tradição, principalmente com relação à culinária regional típica, como explica Ivan Aparecido da Silva, diretor do Departamento Municipal de Cultura de Cesário Lange.
"Tendo em vista que a Festa Junina tem relação com as tradicionais festas de Santo Antônio, São Pedro e São João, com as Festividades Religiosas que ocorrem ao longo do ano, muitos desses pratos típicos são elaborados e consumidos nessas manifestações, como: o bolinho de frango, o cuscuz, o pastel, o frango assado, etc., mantendo a tradição da culinária caipira nas quermesses dos barracões das igrejas. Esse é um trabalho que é feito pela própria população e que mantém a tradição de geração em geração".
Para ele, "As manifestações culturais são expressas através de gestos e atos que representam a identidade social de cada região, como quando trazem à tona hábitos e particularidades das festas que ficaram registradas na cultura brasileira, seja através dos costumes, das religiosidades, músicas ou danças. A festa junina relembra a riqueza da cultura caipira, uma raiz bastante latente no interior do estado de São Paulo, mas que está desaparecendo aos poucos por causa da urbanização. Antigamente as festas eram realizadas com frequência nas fazendas, nas praças, com fogueiras e elevação dos Santos. Com o passar do tempo, as questões folclóricas começaram a ser desprezadas, permanecendo as festas com bailes, quadrilhas e comidas típicas da cultura caipira. Não podemos deixar essa tradição, que é passada de geração em geração, acabar, por isso, através da Secretária de Educação e Cultura colocamos o “Arraiá” da Educação em nosso calendário Cultural", afirma Ivan Silva. A festa acontece no dia 10 de junho a partir das 16 horas, à rua Pedro Miranda Campos, 1273.
Já em Boituva, a tradição é representada pela Festa Junina da APAE local, realizada na quadra da instituição e "com ampla praça gastronômica, bingo, apresentações culturais, quadrilha dos alunos entre outras atrações que tornam o evento um grande atrativo. Acredita-se que durante os 4 dias do evento a média de passagem de público esta estimada acima de 7 mil pessoas", afirma Davi Lima, gestor de Cultura e Juventude. Ainda conforme esta fonte, "somente as escolas municipais realizam suas próprias festas em prol ao desenvolvimento cultural e educacional, pois são abertas ao público em geral". Ele não informou se a Prefeitura promove uma festa oficial.
Em Itapetininga, a Secretaria de Cultura informou que a Prefeitura não promove ou apóia nenhuma festa junina. A tradição fica por conta da Festa Junina do Kaikan, que está em sua 28a edição e acontece no domingo, 11 de junho, das 12 as 17 horas. O Kaikan é um clube fundado pela comunidade japonesa local e fica no km 168 da rodovia Raposo Tavares. O evento promovido pelo clube é conhecido por fornecer pratos da culinária japonesa junto com comidas locais típicas.

Rodeio

Nem só de festa junina vive a Região. Para comemorar os 25 anos de sua emancipação político-administrativa, o município de Alambari realiza a partir desta quinta, dia 8, a 15a edição de sua Festa de Peão. O evento já é tradicional e atrai um bom público, inclusive de cidades vizinhas, pois a entrada é franca. Nesta quinta, a abertura terá show do cantor Leandrinho. A dupla Cézar e Paulinho se apresenta na sexta; João Neto e Frederico é a atração do sábado; no domingo, o encerramento terá MC Gonzaga e convidados.

Origem da Festa Junina 
Existem duas explicações para a origem do termo "festa junina". A primeira explica que surgiu em função das festividades, principalmente religiosas, que ocorriam, e ainda ocorrem, durante o mês de junho. Estas festas eram, e ainda são, em homenagem a três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Outra versão diz que o nome desta festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem apenas a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina. De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial.
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Fonte: site sua pesquisa
Veja matéria completa na revista Hadar deste mês