terça-feira, 14 de novembro de 2017

Proclamação da República marcou história do país

Há 128 anos país abria mão da monarquia
Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889

          Em tempos de efervescência política, nunca se falou tanto em estado democrático de direito e de como somos todos iguais perante a lei em uma estado republicano. Mesmo que para a grande maioria da população isto não pareça verdade, devido aos últimos acontecimentos na política brasileira, o ideal seria mesmo que ninguém estivesse acima da lei em uma nação democrática e republicana.
          Ao contrário dos EUA, que nasceram já democráticos e republicanos, após a independência, em 1776, o Brasil só tornou-se república 67 anos após a independência. A única semelhança com os americanos é que, tanto lá quanto cá, o primeiro presidente foi um militar: o general George Washignton, figura central na guerra da independência. Por estas bandas, o marechal Deodoro de Fonseca foi o primeiro presidente. Defensor da monarquia, ele proclamou a República por insatisfação com uma ala do governo. 
História
          Segundo o site Infoescola, a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, foi resultado de um levante político-militar, que deu inicio à República Federativa Presidencialista. Fica marcada a figura de Marechal Deodoro da Fonseca como responsável pela efetiva proclamação e como primeiro Presidente da República brasileira em um governo provisório (1889-1891). Marechal Deodoro da Fonseca foi herói na guerra do Paraguai (1864-1870), comandando um dos Batalhões de Brigada Expedicionária. Sempre contrário ao movimento republicano e defensor da Monarquia como deixa claro em cartas trocadas com seu sobrinho Clodoaldo da Fonseca em 1888, afirmando que apesar de todos os seus problemas a Monarquia continuava sendo o “único sustentáculo” do país, e a república sendo proclamada constituiria uma “verdadeira desgraça” por não estarem, os brasileiros, preparados para ela. Diante da atual crise política e moral que o Brasil atravessa, muita gente pode estar inclinada a concordar com o marechal.

A Proclamação da República
          A República Federativa Brasileira nasce pelas mãos dos militares que se veriam a partir de então como os defensores da Pátria brasileira. A República foi proclamada por um monarquista. Deodoro da Fonseca assim como parte dos militares que participaram da movimentação pelas ruas do Rio de Janeiro no dia 15 de Novembro pretendiam derrubar apenas o gabinete do Visconde de Ouro Preto. No entanto, levado ao ato da proclamação, mesmo doente, Deodoro age por acreditar que haveria represália do governo monárquico com sua prisão e de Benjamin Constant, devido à insurgência dos militares.
          A população das camadas sociais mais humildes observam atônitas os dias posteriores ao golpe republicano. A República não favorecia em nada aos mais pobres e também não contou com a participação desses na ação efetiva. O Império, principalmente após a abolição da escravidão tem entre essas camadas uma simpatia e mesmo uma gratidão pela libertação. Há então um empenho das classes ativamente participativas da República recém-fundada para apagar os vestígios da monarquia no Brasil, construir heróis republicanos e símbolos que garantissem que a sociedade brasileira se identificasse com o novo modelo Republicano Federalista. Veja matéria completa na edição deste mês da revista Hadar

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Esportivos voam a mais de 400 km/h

Hiper-esportivos buscam recordes de velocidade
Bugatti Chiron


          Guarde esses nomes: Bugatti Chiron, Koenigsegg  Agera RS e Hennessey Venom F5. Estes são os três esportivos que disputam o título de carro de produção em série (mesmo que seja uma série limitada e exclusivíssima) mais rápido do mundo. Aqui tudo é no superlativo, desde os cavalos de potência (e põe cavalos nisso), o consumo e, claro, o preço.
Tudo nesses carros foi planejado para elevar ao máximo o prazer de dirigir e alcançar um feito inédito: atingir (e superar) os 500 km/h. Pode parecer sonho ou coisa de ficção científica, mas em breve (muito mais cedo do que maioria dos motoristas imagina) teremos nas ruas e estradas (autoestradas) veículos que atinjam essa mítica velocidade. Para se ter uma ideia do que é isso, basta dizer que existem aviões cuja velocidade de cruzeiro está próxima desse número. Ou seja, se colocarem asas nos carros, eles também poderão voar.

Briga
Koenigsegg Agera

          Esta realmente é uma briga de gigantes. A sueca Koenigsegg afirmou que bateu o recorde de velocidade do Bugatti Veyron 16.4 Super Sport, que atingiu 431 km/h em 2010. Segundo a fabricante sueca, o Agera RS obteve média de 444,6 km/h. O problema aqui é que não há comprovação do feito, apenas a palavra da empresa.
A média de duas arrancadas em direções opostas é uma exigência do livro dos recordes Guinness para o título de carro de produção mais rápido do mundo. No entanto, a Koenigsegg ainda não divulgou imagens do feito e não informou se o Guinness fará a verificação da marca.

Título em aberto


A corrida para ser o mais rápido do mundo promete ser acirrada nos próximos meses. A Bugatti já afirmou que tentará um novo recorde em 2018 com o Chiron, o sucessor do Veyron. A Koenigsegg já mostrou que pode frustrar essa expectativa. Além dos 444 km/h, o Agera RS foi melhor que o Chiron na aceleração de 0 a 400 km/h e retorno ao zero, em 36 segundos, enquanto o esportivo da Bugatti fez em 42 segundos. Vídeos na internet mostram um Chiron atingindo a espantosa marca de 498 km/ no velocímetro digital e 500 no analógico, mas não há confirmação oficial.

Correndo por fora
A norte-americana Hennessey também está na briga, depois que mostrou o Venom F5 (foto), o sucessor do Venom GT, que já desafiou o recorde do Veyron em 2013 e 2014, mas não ficou com o recorde porque não cumpriu a exigência de duas passagens em sentidos opostos. De acordo com a Hennessey, o Venom F5 pode chegar a 484 km/h, com seu motor V8 biturbo, que rende até 1.622 cv de potência.


Veja Matéria completa na edição de Dezembro da revista Hadar

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Vacinação contra raiva acontece neste sábado

Campanha será no Jardim Casagrande e São Camilo



Mais uma etapa da vacinação contra a raiva animal acontece em Itapetininga, neste sábado, dia 4.  Desta vez, os bairros que recebem a visita das equipes do Departamento de Controle de Zoonoses, são os bairros Jardim Casagrande e São Camilo.

Horários e locais da campanha
Jardim Casagrande
Das 9 às 12 horas
Praça da Rua Vicente Rodrigues Furtado 
Jardim São Camilo
Das 14 às 17 horas
Entrada do Bairro – próximo da Igreja Católica 

Atenção
Na hora da vacinação, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus da raiva, podendo transmiti-la. Cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Halloween caipira tem saci no lugar de bruxa

Evento acontece nesta sexta, no Centro Cultural


          Neste dia 31 de outubro, conhecido como Dia das Bruxas (Halloween) na cultura americana, a prefeitura de Itapetininga realiza um evento para resgatar, valorizar e conscientizar sobre a importância da nossa cultura e folclore. Portanto, deixe de lado a frase “gostosuras ou travessuras”, como dizem as crianças americanas ao pedirem doces neste dia, e fique apenas comas travessuras de uma das figuras mais endiabradas da nossa cultura popular.
          Com o título: No meu Halloween, Eu Vou de Saci, a Secretaria de Cultura e Turismo do município realiza logo mais, a partir das 18 horas, no Centro Cultural Brasílio Ayres de Aguirre (Largo dos Amores, na área central), uma homenagem a um dos personagens mais conhecidos do folclore brasileiro: o Saci Pererê, que desde 2005 tem o dia 31 de outubro como uma data para ser lembrado.
          O principal objetivo do evento é fazer com que todos reflitam sobre a necessidade da Conscientização da Cultura Popular Regional, valorizando todas as riquezas de nossa cidade, e como um todo no Brasil, tendo o Saci como nossa representação artística e escudeiro da nossa cultura.  Na ocasião, as autoras do livro Lendas de Itapetininga e Região, Maria Nunes da Costa e Luciana Camargo contarão causos e lendas locais. O evento será realizado nesta terça-feira, das 18h às 21h. Informações 3272-3401. 

Confira a programação completa:

18h – Abertura do evento
18h30 - Início das apresentações artísticas
Contação de Histórias com as autoras do livro “Lendas”
Grupo Tapanaraca apresenta: "Histórias de Saci"
20h30 - Concurso de Fantasias Regionais
Vista a sua fantasia inspirada em um personagem da região: pode ser de Raimundão, Loira do Banheiro, Lobisomem, Dama de Preto, Fantasma ou mesmo de Saci.

Feriado de finados deve ser sem chuva

Semana começa chuvosa, mas deve parar no feriado



A semana começa com frio e chuva e temperaturas que não devem ultrapassar os 24ºC nesta segunda-feira e os 23ºC amanhã, quando a mínima deverá ser de 14 graus. Na quarta-feira, o frio deve aumentar, com a temperatura mínima ficando entre 16 e 13 graus e a máxima em torno de 23ºC.
Já para o feriado de Finados, dia 2, quinta-feira, a chuva deve parar, mas o sol ainda estará tímido, com tempo nublado, mas a temperatura sobe um pouco: 25ºC. A chuva volta na sexta-feira.
O cemitério São João Batista, em Itapetininga, deve receber um grande número de visitantes. A administração do cemitério público municipal funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h (sem horário de almoço). Para mais informações entrar em contato pelo telefone 3271-0494.

Combate ao Aedes Aegypti
A Prefeitura de Itapetininga pede a atenção da população para não deixar nos túmulos, vasos e outros materiais que possam acumular água, eliminando possíveis focos para a proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da febre amarela, dengue, zika e chikungunya.

sábado, 28 de outubro de 2017

No coração da cidade, um laticínio pioneiro

Empresa foi a primeira e entregar leite pasteurizado em Itapetininga
Laticínio pioneiro em Itapetininga

          Entre os anos 40 e começo dos anos 70, por iniciativa de um grupo de produtores rurais, surgiu um laticínio em plena rua Virgílio de Rezende, no cruzamento com a Pedro Marques. Claro que a cidade era muito diferente do que é hoje e a Virgílio, atualmente uma das principais e mais movimentadas vias de Itapetininga, na época era pouco mais do que uma estrada de terra onde, nos anos 30, eram realizadas as famosas cavalhadas.
          "Naquela época, a fiscalização passou a ser mais rigorosa com relação à venda de leite cru", conta o ex-vereador e advogado José de Almeida Ribeiro, que trabalhou como entregador de leite para a empresa, junto com seus irmãos.
          "Nós começávamos a entregar as cinco da manhã, de carroça, e até as sete já estava tudo entregue. Os bares, restaurantes e hotéis eram aonde a gente demorava mais para entregar", lembra José Ribeiro, acrescentando que "a cidade praticamente acabava na avenida Peixoto Gomide; aqui pra cima não tinha calçamento; era tudo estrada de terra", conta Ribeiro.
História
          Segundo José Ribeiro, a iniciativa de fazer um laticínio em Itapetininga, ainda na década de 40, foi de João Albino Ramos, fazendeiro que tinha casa na avenida Peixoto Gomide e montou o laticínio na Virgílio, mas o ex-vereador ressalta que "alguns anos depois o negócio fracassou, depois passou para cooperativa, mas funcionava precariamente, com alguns cooperados ficando sem receber".
          Foi então que, em 1954, um grupo liderado por Juvenal Cirineu, Paulo Rocha Camargo (ex-secretário de Agricultura do Estado de São Paulo), Gabriel Medeiros e Geraldo Gontijo assumiu o acervo da cooperativa e montou o Laticínio Itapetininga S.A. "Era um empreendimento moderno; vieram técnicos de São Paulo para montar os equipamentos", lembra José Ribeiro, que desde 1952 trabalhava na empresa. Segundo ele, o leite era coletado em toda a área rural de Itapetininga e até em Angatuba. "Os produtores mais abastados tinham veículos próprios e entregavam o leite na empresa", afirma Ribeiro, observando que, mesmo com a fiscalização mais rigorosa, o leite cru ainda era vendido, principalmente na periferia da cidade.
          Em 1960, o laticínio mudou de mãos novamente, sendo adquirido por Arnaldo Vitório Barretti (empresário e produtor rural) e Juraci Galvão. "O Arnaldo Barretti tinha experiência na área, pois tinha outros laticínios, inclusive no distrito de Rechã", comenta José Ribeiro. O negócio continuou até o começo dos 70, quando foi adquirido pela Vigor. "A medida que o empreendimento foi crescendo, foi se afastando do centro, tanto é que a Vigor se mudou para a Vila Monteiro", afirma Ribeiro, "mas o laticínio tinha boas instalações, inclusive um outro prédio grande, na rua Pedro Marques, que servia de depósito", observa o ex-vereador.
          José Ribeiro lembra ainda de um outro projeto que não deu certo: a criação de uma outra cooperativa de produtores de leite, liderada pelo produtor Amador Leonel. "Ela ficava às margens da rodovia Raposo Tavares e depois foi adquirida pela Colaso". Veja esta e outras matérias na edição deste mês da revista Atenas.
Texto: Marco Antonio
Foto: Internet

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Ivan lins e Rafael Altério cantam no Sesi Sorocaba

Músicos também se apresentam em São José dos Campos e na Capital


  Os amigos Ivan Lins e Rafael Altério iniciam nesta sexta, 27, uma série de três apresentações em unidades do Sesi (Serviço Social da Indústria). A primeira acontece no Sesi de Sorocaba (Rua Duque de Caxias, 494 - Mangal), a partir das 20 horas. No sábado, 28, a dupla toca na unidade do Sesi de São José dos Campos, também a partir das 20 horas.A série será encerrada no domingo, 29, com apresentação no Centro Cultural Fiesp (avenida Paulista, em frente a estação Trianon-Masp), a partir das 16 horas.
No show, os dois amigos, artisticamente maduros e reconhecidos musicalmente, dividem composições e interpretações que retomam o gênero caipira. A música tradicional, unida à uma linguagem contemporânea, é capaz de expressar os valores da natureza e do homem nesta apresentação.
A atmosfera musical exalta as particularidades do gênero sertanejo, das coisas mais simples, da terra, da tradição, das histórias e imagens brasileiras. Com características que sempre foram de grande influência na carreira de ambos, o show compõe um encontro animado e cheio de requinte musical.

Livre para todos os públicos
Popular, 120 min.
Sesi Sorocaba
(15) 3388 0444
susorocaba@sesisp.org.br
Rua Duque de Caxias, 494 - Mangal