quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os desafios de pedalar nas cidades


Pedalar com os amigos com o objetivo de melhorar o condicionamento físico, emagrecer, ou simplesmente passear e curtir a paisagem. Cada vez mais pessoas estão se unindo em grupos de ciclistas para rodar pelas ruas da cidade e estradas da Região.

Maneco, Cacaio e Elias: Ciclistas se reúnem para o passeio
          Além de melhorar a qualidade de vida dos adeptos deste esporte, o ciclismo contribui para a Saúde do planeta, pois reduz a emissão de gases poluentes. Para muitos esportistas, a tendência é aumentar o número de pessoas que usam as bicicletas como meio de transporte, o que significa uma melhora no tumultuado trânsito das cidades brasileiras. A falta de estrutura nas cidades e desrespeito por parte de alguns motoristas, porém, são apontados como as principais dificuldades enfrentadas pelos ciclistas.

          “O condicionamento físico e a qualidade de vida melhoraram 100%”, garante Elias Souza, que há seis anos pratica o esporte. “É a sensação de liberdade na estrada; o vento batendo no rosto e o desafio” conta o ciclista quarentão, ressaltando que o ciclismo é uma paixão desde os tempos de criança.

          O grupo de Elias pedala pelo menos duas vezes por semana, mais frequentemente nos finais de semana. “A gente faz um alongamento básico (antes de começar o passeio)”, conta Elias. Eles já participaram em duas edições da prova conhecida como Audax, de longa distância e resistência, nas cidades de Florianópolis (SC) e Boituva. “Participamos das etapas de 200 e 300 km”, disse o ciclista.

          Outro integrante do grupo, Manuel (conhecido como Maneco) revela que os participantes já foram até cidades como Cananéia e Iguape. O uso de equipamento de segurança, como capacete e roupas refletivas, é obrigatório.

Perigo

          Apesar de andarem pelas estradas da Região (usando o acostamento) os ciclistas afirmam que o perigo maior está na área urbana das cidades, pela falta de estrutura (ciclovia), mas principalmente pela falta de respeito de alguns motoristas. “Não respeitam nem o ciclista e nem o pedestre”, afirma Maneco.

          “O ideal seria que uma ciclovia acompanhasse os principais corredores de tráfego da cidade”, observa Elias. Para ele, a tendência é de aumentar o uso de bicicletas nas cidades em todo o mundo, “Mas para isso é preciso que o ciclista tenha a segurança de uma ciclovia”.

Mulheres

Meninas da Equipe Dedo de Moça
          Fundada por três amigas em 2011, a equipe Dedo de Moça Ciclismo conta atualmente com 50 integrantes, ou Pimentas, como elas se denominam. E o número continua aumentando, inclusive com a chegada dos homens. O objetivo da equipe é “a melhoria da qualidade de vida, através do ciclismo, promovendo a união, aumentando as amizades e a participação de mulheres no ciclismo”, segundo Lílian Ferreira, uma das fundadoras da equipe, ao lado de Adriana Rodrigues e Bruna Milena.

 Atividades

Entre as atividades exercidas pelo grupo estão: passeios ciclísticos pela cidade com visitação a vários pontos,(praças, comércio que queiram participar dos passeios etc...) em sítios e chácaras da redondeza, em finais de semana e passeios noturnos.

Apesar de participarem de competições e eventos, as meninas têm seu foco voltado para o Cicloturismo e já realizaram viagens longas, indo para cidades do litoral, como Santos e Cananéia. Para divulgar suas atividades, a equipe usa as redes sociais, como o Facebook, Twittere Instagram.


Começo

A semente do que viria a ser a equipe foi plantada lá atrás, no ano de 1992, quando Lílian e Adriana estudaram juntas. O tempo passou e cada uma seguiu seu caminho até que, em 2009, Adriana conheceu Bruna, que comçou a andar de bike para emagrecer; enquanto isso, Lílian procurava companhia feminina para seus passeios. Não demorou para o trio se encontrar em uma rede social. Assim, em março do ano passado as três Pimentas realizaram o primeiro passeio juntas, dando a pedalada inicial na equipe, que já conta até com patrocínio de algumas empresas da cidade.

Texto: Marco Antonio
Fotos: Marco Antonio e Equipe Dedo de Moça

terça-feira, 1 de maio de 2012

Um ídolo inesquecível e incomparável

Neste dia 1º de maio, completa-se 18 anos da morte de Ayrton Senna, um dos maiores ídolos que o Brasil e o mundo conheceram. Várias homenagens e lembranças do triste episódio que resultou no falecimento do piloto acontecem neste dia, que também é feriado internacional do trabalho.
O Marconews participa das homenagens e reproduz uma entrevista emocionante com dois fãs do piloto: o primeiro é Jorge Telles (foto) um apaixonado pela Fórmula-1 e fã incondicional de Ayrton Senna. Telles faz parte de um grupo que anualmente prestigia o GP do Brasil. Atualmente assessora parlamentar, Leila Rosana Meira trabalhava como repórter no dia do acidente. Ela se lembra exatamente do que estava fazendo quando o piloto bateu na curva Tamburello. Suas lembranças são repletas de emoção. Leia agora a entrevista.
Em uma época em que ídolos e heróis são personagens cada vez mais raros, perder um deles causa comoção em todo o mundo. Em uma era em que a inversão de valores é cada vez mais comum, a morte de um ídolo, de um exemplo, de alguém que é referência para o resto da humanidade, deixa marcas profundas nos corações dos homens.
Muitos brasileiros, e até estrangeiros, lembram com exatidão onde estavam e o que faziam no dia primeiro de maio de 1994, dia do Grande Prêmio da Itália de Fórmula-1 e data da terrível tragédia, quando Ayrton Senna da Silva bateu na curva Tamburello.
          “Eu estava almoçando na casa da minha mãe e assistindo a corrida quando aconteceu o acidente”, lembra o motorista Jorge Idálio Telles, 50 anos de idade e há 30 acompanhando a Fórmula-1. Ele faz parte da Turma da Placa dos 100, torcida organizada que possui cerca de 250 integrantes, a maioria de Itapetininga, mas também reúne pessoas de outras cidades e até de outros estados. Todos apaixonados pelo esporte. O nome, Turma da Placa dos 100, é uma referência ao local do autódromo de Interlagos aonde a galera costuma ficar.
          Jorjão, como é conhecido, lembra que, logo após o acidente os amigos começaram a chegar à sua residência. Todos muito emocionados. O acidente encerrou uma carreira vitoriosa, com três títulos mundiais, e seguida por Jorjão praticamente desde o início, na década de 80.
          “Eu acompanhei a carreira de Ayrton Senna desde 83, quando ele disputou dois campeonatos da F-3 inglesa, em um ele foi campeão e no outro ele foi vice. Isso possibilitou a ascensão dele para a Fórmula-1, onde ele começou a correr em 1984”, conta o fã, acrescentando que na Inglaterra, no campeonato de 83, Ayrton Senna ganhou 11 das 12 provas e fez 12 pole position (quando o piloto larga em primeiro).
          Jorge Telles recorda que Senna chegou à Inglaterra em 1982, após ser vice-campeão mundial de kart no ano anterior. “O Ayrton era obcecado pela vitória, pela perfeição. Se errava em algo, voltava e fazia 50 vezes até ficar perfeito. Ele se recriava em cima dos seus erros. Tudo eu vi nesses 30 anos de F-1, ninguém chegou nem perto dele. Tanto é que faz 18 anos que ele morreu e ainda se fala nele. Você vai até o Japão, por exemplo, e ele é idolatrado lá. Tem até museu”.
Conhecendo o ídolo
Fão de Senna no GP Brasil 2033
          Ressaltando que nunca foi do tipo de fã pegajoso, daqueles que não deixa o ídolo nem respirar, Jorjão conta que, por duas vezes, se encontrou rapidamente com Senna.
          A primeira foi em 1987, no GP do Brasil, então realizado no Rio de Janeiro. “Eu fique hospedado no mesmo hotel dos pilotos, só que, do 12º andar pra cima, ficava o pessoal da F-1, e nos andares abaixo, os clientes comuns. Em uma de minhas andanças encontrei com ele e disse que tinha andado 600 km só para vê-lo e disse que queria ganhar alguma coisa. Então ele tirou o boné do Banco Nacional que usava e colocou na minha cabeça”. O boné, por sinal, “está muito bem guardado”, segundo Jorjão, que não permite que ninguém o use.
          O segundo encontro aconteceu já na fazenda de Ayrton, em Tatuí, durante um churrasco, promovido pelo pai do piloto, Milton Senna. “Eu nunca fui de assediar, mas gostaria de ter tido a oportunidade de abraçar o Ayrton e dizer o quanto ele contribuiu com o país, e não só com o automobilismo. Para a minha geração, ele foi o último e mais completo ídolo. Eu estou com 50 anos e nunca vi ninguém como ele”, afirma Jorjão.
          Para o fã, a admiração por Ayrton Senna se deve ao comportamento e atitudes do piloto dentro e fora das pistas. “Porque ele era um cara tão completo, que atingia todas as pessoas, não apenas no esporte, mas em tudo que fazia. Minha irmã morava na Alemanha na época e mandava muita coisa para gente. Ele era exaltado no mundo inteiro; o Ayrton era uma pessoa que pagava tratamento de saúde de crianças, mas pouca gente soube disso”.

Marca indelével
          Jorge Telles conta que o piloto teve um derrame facial e por isso conheceu o Departamento de oncologia do Hospital das Cínicas, em São Paulo. “Ele só se tratava no Brasil”, diz o fã, lembrando que o ídolo ajudou o hospital, mas o fato só veio à público após a sua morte. “Hoje, você vê a marca dele no andar inteiro, mas a gente só ficou sabendo depois que ele morreu”. O Instituto Ayrtton Senna, por exemplo, era um projeto que o piloto já vinha amadurecendo há algum tempo e foi concretizado por sua irmã, Viviane. “O Ayrton queria ajudar mais do que já fazia”, afirma Jorjão.
          “Por onde ele passava, deixava uma marca. As pessoas as vezes brigavam com ele, mas depois, lá na frente, viam que era uma obsessão pro bem, não para o mal. Foi assim com o próprio Alain Prost”, conta o fã. O piloto francês foi o grande adversário de Senna nas pistas e fez questão de comparecer ao velório do brasileiro. “A briga dos dois era na pista, na competição, e não de pessoa para pessoa. O Ayrton não tinha nada contra o Prost pessoalmente, só não gostava do modo como ele competia”.
          Para Jorjão, se Michael Schumacher tivesse competido com Ayrton Senna, a história do alemão (heptacampeão da categoria) seria outra. “Ele não teria chance de competir nas grandes equipes. Além disso, o Schumacher não teve adversários à altura e, quando teve, trapaceou para vencer. Todo mundo sabe que ele procurou Damon Hill no retrovisor para bater e assim ganhar o campeonato”, afirma Jorjão, com a autoridade de quem tem 160 horas de gravações de corridas. Há ainda um detalhe: nas quatro corridas que disputaram juntos, o piloto alemão não conseguiu ultrapassar o brasileiro.
          Para fã, o valor de Senna, além do talento do piloto, está no fato de que, em sua época, ele competiu e ganhou de grandes equipes e pilotos como Prost, Nigel Mansell, Riccardo Patrese e Nelson Piquet, entre outros.
          Sobre o fim de semana fatídico do acidente, Jorge Telles lembra que foi atípico. “No acidente do Rubinho, ele pulou o muro do hospital e foi ver como ele estava e foi o Ayrton que informou os jornalistas sobre o estado do Rubinho”. Ele também já reivindicava mais segurança no esporte. Para Jorge Telles, novos e bons pilotos surgirão na F-1, “mas o Ayrton é uma pagina a parte. Tudo que se faz hoje no esporte, se lembra dele”, diz o fã, que a cada cinco anos coloca outdoors na cidade, lembrando a morte do ídolo, com a seguinte frase: Eterno como a emoção. Os outdoors são custeados com a ajuda de empresários locais.

Lembranças
          A assessora parlamentar Leila Rosana Assunção de Meira estava trabalhando naquele 1º de maio de 94, como repórter, e se lembra muito bem o que fazia no momento do acidente.
          “Estávamos fazendo matéria para o primeiro exemplar do jornal O Popular, ainda no Bairro do Tupy, hoje distrito, estávamos entrando em um estabelecimento comercial lá, mais precisamente Bar do Manuel Português. Acho que foi uma perda irreparável, talvez a mais sentida até hoje no Brasil e no mundo”.
Leila, que também é conhecida pela sua paixão pelo Corinthians, conta que sempre acompanhou a carreira do ídolo. “Assistia todas as corridas, inclusive as de madrugada, participei da TAS- Torcida Ayrton Senna e IAS- Instituto Ayrton Senna,  que sempre foram coordenados pela sua irmã Viviane”.
Ela lembra do acidente “como se fosse hoje, isso foi uma coisa que não só parou o Brasil, mas como todo o mundo, que eu saiba, nenhuma morte entristeceu tanto o Brasil e o mundo como a de Ayrton Senna da Silva, aquele trágico 1 de Maio, ficará para sempre na memória do mundo”.
Para Leila, “as corridas e os domingos acabaram, não existe mais prazer em assistir uma corrida de Fórmula 1, quem não se lembra de Ayrton e não se emociona? Eu, com certeza, me emociono todas as vezes, é uma triste lembrança, a comemoração de seus 50 anos, se vivo estivesse, mas o belo exemplo de Senna, passou a ser seguido por seus pais Neide e Milton, e principalmente sua irmã Viviane, que deu  seqüência aos projetos sociais, levantados por Senna, mesmo após 17 anos de seu falecimento”, finaliza Leila.

Matéria reproduzida da revista Hadar (maio de 2011)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Mega Sena sorteia mais de R$ 4 milhões

O concurso 1.383 da Mega Sena sorteia nesta quarta, 25, o prêmio de R$ 4,5 milhões.
Segundo a Caixa Econômica Federal, o sorteio será transmitido ao vivo no programa Momento da Sorte da TV Bandeirantes e na Band News, a partir das 20h25 (horário de Brasília). Também nesta quarta, a Lotomania pode pagar R$ 3,7 milhões. Para apostar na Lotomania é preciso escolher 50 números. Ganha o apostador que acertar 20, 19, 18, 17, 16 ou nenhum número.
Caso somente um apostador acerte os seis números da Mega, ele poderá se aposentar com uma renda de mais de R$ 25 mil por mês, apenas investindo o valor do prêmio na Poupança da CAIXA. A bolada é suficiente ainda, para comprar 22 imóveis, 180 carros populares ou 900 motos de 125cc. Na Lotomania, se apenas um apostador levar o prêmio do concurso 1.239, terá rendimento mensal de R$ 19 mil, caso também invista o valor do prêmio na Poupança da CAIXA.

Mega-Sena:

A aposta mínima na modalidade é de R$ 2 e pode ser feita até as 19h desta quarta-feira (horário de Brasília), em qualquer uma das mais de 11 mil lotéricas do país. Clientes com acesso ao Internet Banking CAIXA (IBC) contam com a facilidade de fazer suas apostas no computador. Basta ter conta no banco e ser maior de 18 anos. Outras facilidades, oferecidas pelas Loterias da CAIXA são: a Surpresinha, com a qual o apostador pode deixar que o sistema escolha os números, e a Teimosinha, que dá direito a concorrer com o mesmo jogo por 2, 4 ou 8 concursos consecutivos.


Lotomania:

Para apostar é preciso escolher 50 números, ou uma quantidade inferior e deixar que o sistema complete o jogo. O apostador pode ainda não marcar nada, e deixar que o sistema escolha todos os números (Surpresinha) e/ou repetir o mesmo jogo por 2 ou 4 semanas (Teimosinha). Também é possível fazer uma nova aposta com o sistema selecionando os outros 50 números não registrados no jogo original (Aposta-Espelho). O preço da aposta custa apenas R$ 1,50. Os sorteios são realizados às quartas e aos sábados, às 20h, no Caminhão da Sorte que, nesta semana, está em Forquilhinha (SC).

Fonte: Assesoria de Imprensa CEF

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Cão idoso precisa de cuidados especiais


Adonis, cão da raça weimaraner, que já está
com 13 anos
Possuir um cão idoso requer cuidados especiais por parte do dono. Afinal, o melhor amigo do homem merece atenção e carinho em sua velhice, assim como todo ser vivo. Dentes, articulações e o controle de peso são pontos importantes a serem observados, além, é claro, da observação atenta quanto ao surgimento de verrugas e machucados na pele.Cães de raças grandes se desenvolvem muito rapidamente. Em pouco tempo, estão grandes e fortes. Por isto, ao contrário das raças pequenas, possuem menos anos de vida, para tristeza dos donos. Um rottweiler ou um dogue alemão, poexemplo, dificilmente passam dos 11 anos.


Com o passar do tempo, o animal vai diminuindo seu ritmo de atividade, o cão idoso dorme mais. É aí que podem surgir problemas como o excesso de peso devido à inatividade, o que pode provocar também o surgimento de calos. Por isso, é importante que o dono continue a levar o cão a passear, para que ele faça alguma atividade física. É importante ressaltar que os limites do animal devem ser observados. Evite forçar o bicho mais do que ele agüenta, principalmente nos passeios em dias quentes.

          Outro fator a ser observado é a alimentação do animal. Como fica mais tempo parado, o cão idoso tem tendência a engordar. Por esta razão, os veterinários recomendam o uso de ração light, que contribui para manter o bicho dentro do peso ideal.

          Manter o cachorro dentro do peso certo evita o surgimento da obesidade e problemas na coluna do animal, por exemplo.

          Para o médico veterinário Raoni Canal, do Grupo Polivet-Itapetininga, “da mesma forma que o humano, o cão pode ficar um pouco mais ranzinza. Ele perde a boa vontade que tinha enquanto filhote; os processos de degeneração relacionados à idade, como artrites, dificuldade de audição e visão, podem influenciar seu humor, da mesma maneira com que um senhor de idade não gosta de escutar as mesmas músicas de seu neto”.

          Canal informa ainda que, no caso de acasalamento, o proprietário do cão idoso deve leva-lo a um veterinário, para avaliação da saúde do bicho. “Para determinarmos a idade para uma cadela estar gestante, podemos utilizar o mesmo parâmetro que para uma mulher. Vários fatores influenciam, como o estado de saúde, tamanho, condicionamento físico. Independente da idade da cachorrinha, o recomendado é que, antes do acasalamento, ela seja levada a um médico veterinário, para um check-up e para os exames pré-natais”, finalizou.

Dentes

          Os cães possuem dentes muito fortes. Ainda assim, com o passar dos anos e a falta de uma manutenção (limpeza), o animal pode ter problemas como infecções e ter de extrair um dente ou mais.

          A recomendação é que você procure um profissional qualificado para fazer uma avaliação dos dentes do seu cachorro e proceder a uma limpeza completa e, se for o caso, extração.

          Tratar bem de seu animal de estimação quando ele está em idade avançada é um ato de amor do dono. Infelizmente, muitas pessoas pensam em se livrar do bicho justamente quando ele mais precisa de ajuda e carinho. O animal idoso precisa de atenção e amor, além de cuidados especiais. Talvez ele não possa mais pular ou se mover com tanta agilidade ou rapidez como quando era jovem. Mas certamente seu amor pelo dono continua o mesmo. Se você tem um cão em idade avançada e acha que o mesmo está dando muito trabalho, lembre-se quanta alegria ele já lhe deu, antes de tomar qualquer decisão sobre o destino do animal.

Texto: Marco Antonio
Foto: Mike Adas

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Cidade tem chuva forte no fim de tarde

Avenida Francisco Válio
Uma forte chuva caiu em Itapetininga por volta das 18 horas desta quarta-feira, 11, pegando muita gente de surpresa na volta para casa. A chuva causou também transtornos no trânsito.
Segundo o Climatempo, as temperaturas no dia de hoje oscilaram entre 19 e 27 graus.
Para esta quinta e sexta-feiras, a previsão é de pouca chuva e mais calor, com temperaturas máximas acima dos 26 graus,
No sábado deverá esquentar ainda mais: não há previsão de chuva. No domingo, entretanto, o calor diminui e poderá chover a qualquer hora.

sábado, 7 de abril de 2012

Hoje é o dia do jornalista

O mundo não é mais o mesmo. Você já ouviu isso antes, com certeza. Mas certamente a informação sobre o que ocorre no mundo nunca chegou tão rápido e em volume tão grande quanto nos últimos anos, principalmente após a chegada da internet e os crescentes avanços tecnológicos.
O jornalista Alberto Isaac, veterano da
imprensa em Itapetininga
Para que você tenha acesso as notícias sobre os últimos acontecimentos, profissionais preparados, dedicados e comprometidos com o trabalho lutam diariamente para levar as informações. Esta sede por informações serve para matar a curiosidade natural do ser humano. Mas a revolução que moldou o que pode ser chamado de sociedade da informação começou há mais de 500 anos, quando Gutenberg criou os tipos móveis feitos em metal fundido e a tinta que adere ao papel, imprimindo a Bíblia em latim. Nascia ali a imprensa, instituição que muitos chamam de Quarto Poder. Cabe ressaltar que o alemão aperfeiçoou a idéia dos tipos móveis, que surgiram na China por volta de 1050. Ou seja, desde aquela época os produtos chineses já invadiam o ocidente!
 Responsabilidade
          Diz um ditado que com grande poder, vem uma grande responsabilidade. E a imprensa não está fora deste conceito. Mesmo que não seja o Quarto Poder instituído, o jornalismo (e os jornalistas) devem se pautar pela lisura, seriedade, ética e bom senso no exercício da profissão.
          Afinal, uma informação errada, uma denúncia sem fundamento ou irresponsável podem causar danos irreparáveis na vida das pessoas. Não se pode brincar com a honra de ninguém, ainda mais nos dias atuais, quando a informação viaja a uma velocidade espantosa.
          Quem gosta de motociclismo certamente já ouviu a frase: “essa moto anda mais do que notícia ruim”, usada para definir uma moto rápida. E notícia ruim é assim mesmo: voa mais rápido do que tudo, talvez mais até do que a luz, que viaja a 300 mil km/s. E por esta razão que os jornalistas devem checar a informação antes de publicar, ouvir fontes, várias fontes, filtrar tudo e fazer a matéria pautada pelo bom senso, pela imparcialidade e credibilidade. Manter um certo distanciamento é importante, embora difícil em alguns casos. E sabem por quê? Ora, o jornalista é antes de tudo um ser humano, tem suas crenças e valores e muitas vezes se deixa levar pela empolgação, pela indignação. Indignar-se, aliás, deve ser um dos quesitos básicos da profissão. O jornalista jamais deve deixar de indignar-se diante de fatos como a corrupção, a violência, o preconceito, a intolerância, a exploração dos mais fracos, que muitas vezes têm na imprensa um canal para apresentar suas reivindicação.
          Mesmo movido pela paixão na luta para melhorar a sociedade em que vive, o jornalista deve usar da razão e escrever a matéria da forma mais imparcial possível. Afinal, uma informação errada pode destruir uma vida, como já dissemos.

Homenagem
          A profissão de jornalista é tão fascinante e complicada – assim como a vida o é – que pode ser comemorada em cinco datas diferentes, nos meses de janeiro, fevereiro, abril, maio e junho.
O dia 7 de Abril foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa como o Dia do Jornalista, em homenagem ao médico e jornalista João Batista Libero Badaró, assassinado em 1830 em São Paulo, por inimigos políticos. Sua morte gerou um movimento popular que culminou com a abdicação de Dom Pedro I, em 7 de abril de 1831. Veja agora as opiniões de alguns profissionais da área.

Começando agora
Formada em 2011 pela Uniso (Universidade de Sorocaba), a itapetiningana Andrea Vaz dos Santos afirma que decidiu ser jornalista aos 13 anos, “Mas não sei exatamente o porquê. Aprendi a ler aos 4 anos e sempre me  interessei por tudo. Na escola, gostava de redação, literatura e gramática e ciências humanas. Talvez a escolha seja de um desejo, meio inconsciente, de fazer algo de bom pelas pessoas, informando ou alertando”.
Sobre as perspectivas com relação a profissão, ela ressalta que “particularmente, meu maior plano é a carreira acadêmica. Como a profissão é ampla, no início é complicado dizer ‘quero trabalhar nisso ou naquilo’. Enquanto somos recém formados somos mais abertos. No aspecto geral, eu espero que nossa profissão seja mais valorizada, não somente no aspecto financeiro e trabalhista, mas no reconhecimento da contribuição que podemos oferecer” Ela conta que “a maior dificuldade é encontrar espaço num mercado tão complicado. As oportunidades sempre aparecem, mas são voláteis, inseguras. É preciso ter coragem para arriscar sempre. Por enquanto, não senti dificuldades por ser mulher. Mas, recém formada sim. Isso porque, embora a gente tenha muito, muito o que aprender na prática, é comum pensarem que nós apenas temos o que aprender. O que já podemos produzir não é valorizado, com a desculpa de que estamos aprendendo. Também, ouvimos que temos que abraçar qualquer oportunidade em troca de um aprendizado. Não somos mais estudantes. Somos profissionais. E isso nem sempre é lembrado”, afirma, categórica, a jornalista, que atualmente atua no Jornal Correio de Itapetininga.
Essência
          Para a jornalista Cintia Gasques, editora responsável do jornal do SBT, na TV Sorocaba, “a essência do jornalismo está na responsabilidade social. O jornalismo deve ser instrumento para formação de opinião, de justiça, de ajuda à população. A voz do povo (como diz o ditado, para uma sociedade mais justa".
Embora hoje esteja identificada com a carreira escolhida, Cintia conta que no começo não foi bem assim. "Eu entrei para a faculdade sem saber o que realmente queria fazer, não tinha idéia do que era o jornalismo. Penei que, com o jornalismo, saberia um pouco de cada coisa".
"Foi na televisão que me encontrei", diz a jornalista. "Gosto da linguagem rápida, imediata, e também da união texto e imagem. Eu não escolhi o jornalismo, o jornalismo me escolheu", completa.
Em 15 anos de profissão, Cíntia Gasques viveu muito momentos marcantes, que a emocionaram. Neste periodo, conheceu personalidades que a impressionaram, como o ex-vice-presidente da República, José Alencar. Mas a jornalista ressalta que foram os encontros com as pessoas simples, que mais a emocionaram.
Paixão
Com quase 20 anos de convivência com a profissão, a jornalista Mônica Chirosa Momberg, de 44 anos é apaixonada pelo que faz. “Na verdade, eu me apaixonei pelo jornalismo... Tudo começou em 1994, no jornal Nossa Terra e O Popular, quando comecei como digitadora. Achei muito interessante a ideia de a cada semana ter um conteúdo diferente no jornal. Tanto que em 2 meses, eu já estava diagramando as páginas”, lembra Mônica, que passou por vários veículos de imprensa, como os jornais A Gazeta, Rota 21, Cruzeiro do Sul, Folha de Itapetininga e Correio de Itapetininga.
“Como sempre gostei muito de escrever, passei a escrever colunas de opinião, já no jornal Rota 21 e depois no jornal Folha de Itapetininga. Em 2002, fui convidada para fazer reportagens externas na Rádio Difusora Transamérica. Em pouco mais de um mês, eu já estava no estúdio apresentando o Jornal do Meio Dia, ao lado de Francisco Vei e Antonio Luiz”, lembra a jornalista, que até hoje apresenta o jornal.
Ela relata que sempre teve “grandes perspectivas quanto à profissão, que considero de suma importância para a sociedade como um todo, seja pela informação, lazer ou denúncia. A imprensa exerce uma enorme influência no cotidiano das pessoas. Porém, em nossa região a profissão não é reconhecida como deveria, embora seja considerado o Quarto Poder”. Para a jornalista, a principal dificuldade da profissão está no fato de “muitas vezes, o entrevistado é uma pessoa muito influente, muito ocupada e fica inviável conseguir a entrevista quando necessário. No mais, acho que tem dificuldades como em todas as profissões”.
          Mônica afirma ainda que não sente dificuldade por ser mulher. “Acredito que ser mulher, no século XXI, é mais fácil que em tempos não muito distantes. Hoje, a mulher é a bola da vez e está inserida em todos os setores sócio-econômicos, tanto que temos uma presidente no Brasil. Ser mulher abre muitas portas e oportunidades, inclusive no jornalismo. Me sinto muito realizada como profissional, pois através da imprensa, tive a oportunidade de informar, entreter, e de certa forma, ajudar a escrever a história de Itapetininga”.
          Sobre sua experiência com jornais e rádio, ela conta que “quem folheia e lê as páginas de um jornal não imagina o trabalho que toda a equipe faz para a sua finalização. No jornal impresso, o trabalho começa na pauta, depois tem que ir atrás de dados e, depois, colocar tudo isso no papel, de maneira clara e concisa. O português tem que ser impecável, mas numa linguagem simples, que possa ser entendido por todas as classes sociais. E ainda tem a parte de digitação, diagramação, escolha de fotos e, a última, mas não menos importante, a revisão, que dá acabamento ao trabalho. Na rádio, é tudo mais simples, mais rápido e mais funcional. Não é preciso todo esse cuidado com diagramação, revisão, etc..., porém, deve-se ter muito cuidado com as fontes de onde são retiradas as notícias, pois a abrangência de um jornal diário pela rádio é bem maior que qualquer jornal local”.

Veterano
          O jornalista e comerciante Alberto Isaac é um homem realizado. Em mais de oitenta anos de vida, manteve-se fiel à duas grandes paixões: o jornalismo e o comércio. No jornalismo, são 67 anos de atividades.
          Descendente de imigrantes árabes começou a se interessar pelo jornalismo ainda criança, quando entregava jornal pelas poucas ruas de Quatiguá, no Paraná, onde o pai era agente do jornal O Estado de São Paulo, na década de 30. Dos oito aos 12 anos, Alberto Isaac entregava os exemplares do jornal aos assinantes da cidade.
“No desempenho das minhas funções sentia o cheiro do jornal; aquele cheiro de papel vegetal que até hoje me impregna as narinas”, conta o veterano jornalista, acrescentando que “talvez por essa razão me interessei sobremaneira por jornal e vontade de escrever”.
          Decano da imprensa itapetiningana, Isaac lançou um jornal estudantil em 1945, quando estudava no curso fundamental da escola Peixoto Gomide, junto com o hoje médico Og Lara e Washington Luiz Ramos (mais conhecido como Tonzinho) e outros colegas. O jornal era feito à mão. Mais tarde, já no curso de magistério, foi redator chefe do jornal A Falena, distribuído aos alunos do curso. Entre 1947 e 1950, residiu em São Paulo e teve a oportunidade de acompanhar o primo Elias Miguel, jornalista, em visitas aos jornais Última Hora, Diário de São Paulo e O Tempo, onde escreveu pequenas notas.
Em 1952 entrou para o jornal O Estado de São Paulo, como correspondente, mas deixou o cargo para lecionar, retornando às atividades em 1957. Durante 40 anos cobriu os acontecimentos do Sudoeste Paulista para o Estadão e ganhou muitos prêmios. Também escreveu para o Diário de Sorocaba, por 25 anos, Diário Popular de São Paulo e jornais locais, como Folha de Itapetininga e o extinto Aparecida do Sul, além da revista Nosso Domingo, editada por Carlos Fidêncio.
          São tantas histórias que poderiam dar um livro. E de fato deram: Vivas Memórias é o nome da obra que traz as principais passagens da vida profissional de Alberto Isaac, lançada recentemente.
          Mas dois fatos marcaram de maneira especial o experiente jornalista: a revolta popular que resultou no incêndio e destruição do antigo prédio da Companhia Sul Paulista de Energia, na década de 50 e o caso do filho, deficiente mental, que desenterrava e beijava o corpo do pai recém-falecido, porque tinha saudades. A história aconteceu em São Miguel Arcanjo.
          “A polícia recebeu a denúncia de que um cadáver era desenterrado e o caixão violado toda semana. Após investigações, os policiais surpreenderam o filho do morto, que disse que fazia aquilo porque tinha saudades”, conta o jornalista.

História
A imprensa brasileira completa 204 anos em 2012. Essa importante data se deve ao trabalho e dedicação de todos os jornalistas, que merecem ser reconhecidos.
Mas para homenagear os profissionais da imprensa, uma pesquisa feita sobre essa data apontou outros dias como possíveis dias do jornalista: 24 de janeiro, 29 de janeiro, 16 de fevereiro, 3 de maio e 1º de junho.
Em consulta a mais de cem sites diferenciados, jornais, revistas e a obra “História da Imprensa no Brasil”, de Nelson Werneck Sodré sobre a formação da imprensa no Brasil -, vários acontecimentos ligados a todas as datas foram citados:
24 de janeiro - Data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales (bispo e doutor da Igreja Católica) para homenagear os profissionais do jornalismo.
29 de janeiro - A data é, de longe, mais citada nos calendários comemorativos brasileiros mas, ao mesmo tempo, a que menos tem referências à sua criação. As informações vão desde uma homenagem ao jornalista e abolicionista José do Patrocínio (que teria falecido, nesta data, em 1905) até sendo uma data exclusivamente católica.
16 de fevereiro - Dia do Repórter. Ao contrário do que o senso comum, repórter não é sinônimo de jornalista. A função de repórter é apenas mais uma das que os jornalistas podem exercer.
07 de abril - Foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, o dia 7 de abril foi instituído como o "Dia do Jornalista".
03 de maio - Pode ser considerado o Dia do Jornalista por ser a data da Liberdade de Imprensa, decretada pela ONU em 1993.
01 de junho - Dia da Imprensa que durante 192 anos foi comemorado, erroneamente, em 10 de setembro (atribuía-se à Gazeta do Rio de Janeiro, jornal oficial do Império, ser o primeiro jornal brasileiro). No Brasil, a Imprensa surge em 1808, quando passou a circular, em 1º de junho, o "Correio Braziliense", editado em Londres por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça.
E quanto ao dia mundial? Levando em conta o maior número de pessoas comemorando, o dia 8 de novembro seria o dia oficial, em que 1,3 bilhões de chineses comemoram a data. Nos EUA, o dia do jornalista é comemorado em 8 de agosto e mais datas surgem em pesquisas em outros países.

Fonte: site WWW.douradosnews.com.br
Veja matéria completa na edição deste mês da revista Hadar

quarta-feira, 21 de março de 2012

Para pesquisadora, fadiga e sonolência são casos de saúde pública

Para Fernanda Narciso (foto), fisioterapeuta e pesquisadora do Centro de Estudos Multidisciplinares em Sonolência e Acidentes de Trabalho (CEMSA), a fadiga e a sonolência são casos de saúde pública, pois estão relacionados com o aumento no número de acidente de trabalho e também de trânsito. Ela esteve em Itapetininga no começo deste mês, participando do Simpósio Regional Sobre Distúrbios do Sono.

            “Os distúrbios do sono provocam micro-despertares durante a noite. E às vezes você nem percebe isso. E isto impede o aprofundamento do sono; você acorda como se não tivesse dormido quase nada, aí surge a sonolência e como o acúmulo disso durante anos, pode gerar uma fadiga geral no trabalhador ou nas pessoas em geral que sofrem de distúrbios do sono”, contou Fernanda, explicando a influência dos distúrbios na vida diurna das pessoas.
            De acordo com a fisioterapeuta, quando não tratados, os distúrbios do sono podem gerar doenças mais graves, como hipertensão arterial, ganho de peso e infarto do miocárdio, ou até mesmo acidentes de trânsito, de tráfego aéreo e de trabalho.
            Entre os distúrbios, a apnéia obstrutiva do sono, que pode levar a uma parada respiratória, está entre os mais comuns e perigosos, estando diretamente relacionada a casos de AVC (Acidente Vascular Cerebral) e infarto.

Sonolência e fadiga
            Exceder os limites do corpo e lutar contra o sono é um risco que correm profissionais como motoristas de caminhão, que por vários motivos passam horas dirigindo sem descansar, chegando a utilizar medicamentos para não dormir. “Estudos mostram que passar 19 horas sem dormir, faz com que a pessoa seja considerada como se estivesse bêbada, pois há sonolência e diminuição da atenção e cognição”, afirmou Fernanda, “o que pode levar a acidentes”, acrescentou a pesquisadora.
            Ela observa que, sem dormir há 19 horas ou mais, também há diminuição nos reflexos. “Você vê um animal na estrada e leva mais tempo do que o normal para frear o veículo e acontece o atropelamento”.
            Fernanda Narciso alerta que quem gosta de viajar a noite deve dormir durante o dia, “porque senão chega uma hora em que a pressão do sono torna-se insuportável. Portanto, é bom evitar sair do trabalho e pegar a estrada durante a noite, como alguns gostam de fazer.
Durante sua palestra, Fernanda mostrou vídeos de acidentes de trânsito onde os motoristas dormiram ao volante e até um caso onde o piloto dormiu e teve de arremeter com o avião pois não conseguiria pousar.
Trabalhadores por turno precisam adaptar suas atividades para não correr o risco de desenvolverem no futuro problemas de saúde e até de relacionamento. Para finalizar, a professora afirma que o sono é “imprescindível “para tudo: para a qualidade de vida; para a pessoa se tornar mais produtiva e saudável”.

Texto e foto: Marco Antonio